LUCIE-TRILOGIA FILHAS DE SELENE

LUCIE-TRILOGIA FILHAS DE SELENE PT

Delha Ribeiro   Atualizado agora
goodnovel18goodnovel
10
4 Avaliações
41Capítulos
2.2Kleituras
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Adicionado
Resumo
Índice

Sinopse

Lucie Chavalier, uma jovem de 18 anos, descobre que foi apostada por seu pai em um jogo de pôquer e agora deve se casar com Leon Durand, filho de um poderoso mafioso. No entanto, Lucie possui poderes mágicos desconhecidos e sonhos surreais que a levam a uma jornada de auto-descoberta. Durante o casamento, Lucie e Leon desenvolvem uma paixão intensa, mas também enfrentam desafios. Lucie descobre que é uma ninfa-fada e que sua mãe, Alexandra, está viva em um reino paralelo chamado Selene. Ameaçados pelo bruxo do mal Mordock, que deseja a pedra mágica que sustenta Selene, Lucie e Leon se unem a bruxos do bem, Lily e Josh, e ninfas guerreiras para proteger o reino. Enquanto navega pelo mundo mágico, Lucie enfrenta conflitos internos e externos. Ela precisa equilibrar seu amor por Leon com sua nova identidade e lidar com a ameaça constante de Mordock. Com a ajuda de aliados e sua própria força, Lucie e Leon lutam para salvar Selene e sua pedra mágica. Juntos, eles descobrem o verdadeiro significado do amor, da coragem e da aceitação. Essa história de fantasia e romance segue Lucie em sua transformação de uma jovem indefesa para uma guerreira poderosa, pronta para defender seu reino, sua família e seu amor.

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Comentários Digitalize o código para ler no App
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Liha
Maravilhoso, estou amando!
2025-03-25 06:17:32
0
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Deypi
Me cativou completamente, amei a história e só vou parar por falta de tempo.
2025-03-25 00:22:44
0
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Fátima Souza
Muito bom, adorei.
2024-11-08 21:44:42
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Claudinete Dos Santos
muito bom, gostaria de continuar a leitura.
2024-07-19 22:05:02
2
41 chapters
CAPÍTULO 1 — OS SONHOS
Quando Lucie olhou naquela direção, observou que eram muitos e surgiam de todos os lados: seres alados e enormes, homens e mulheres fortes e belos, com cabelos longos e coloridos, alguns amarrados, outros soltos. Alguns homens possuíam cabelos raspados nas laterais e tatuagens, eram altos e musculosos como verdadeiros soldados de elite. As mulheres também tinham uma beleza fora do comum, mas, quando olhavam em sua direção, podia-se ver a maldade estampada em suas íris brilhantes, pois seus olhos cintilavam de ódio. Suas aparências podiam mudar de humanas para animais de forma mágica, e, com um simples estalar de dedos, transformavam-se diante dos olhos de todos. Podiam se tornar leopardos, lobos, aves de rapina e dragões. Apesar da bravura da maioria daquelas mulheres, aqueles seres lhes causavam medo. No entanto, mesmo com medo, nenhuma delas parava de lutar. "Mas, afinal, quem são eles? E droga, onde estou? Como vim parar aqui?" — perguntou-se mentalmente Lucie. Eenquanto pensava
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CAPÍTULO 2 — QUE APOSTA É ESSA?!
Ao olhar para Kassiani e ver seu olhar caído de tristeza, Lucie lembrou-se do motivo pelo qual ela estava tão abatida. Por isso, respondeu: — Você tem razão, Kassiani. Eu estava realmente sonhando com minha mãe. Acredito que ontem chorei e desejei tanto a orientação dela que acabei tendo um sonho com ela. — E o que você sonhou com sua mãe? — perguntou Kassiani, enquanto abria a janela do quarto para que o sol e o ar fresco da manhã pudessem entrar. Afinal, ela sabia melhor do que ninguém o quanto Lucie precisava daquilo para começar bem o dia. Era como se todo o seu ser estivesse conectado com a natureza. Kassiani a encarou pensativa, e Lucie respondeu: — O sonho foi um pouco louco. Eu não sonhei com minha mãe; na verdade, sonhei que eu era ela. — Como assim, meu anjo? — perguntou Kassiani, intrigada. — É... bem, é muito complicado de explicar. Depois eu te conto com mais calma, pois agora preciso me arrumar e ir para a universidade. — Lucie desconversou, pois realmente não se sen
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CAPÍTULO – 3 SAÍ DAQUI!
Lucie ainda lembrava o que seu pai contou que, naquele momento, nenhum dos homens ali no cassino estava mais interessado nele. Porém, quando ele mostrou a todos a foto dela, o apetite luxurioso deles foi imediatamente despertado. Sim, para aqueles homens pervertidos, ela se tornou uma excelente aposta. E, sem ao menos saber, foi disputada como um troféu por eles. No entanto, dentre os dez jogadores, um por um foi perdendo a partida, até que restaram apenas o pai dela e Maxime. Agora, ela teria que se casar com o filho dele. A mente de Lucie trabalhava a mil quando pensava nisso: — Que raios de aposta é essa?! — Ela não sabia o que pensar. Também não conseguia dizer o que seria pior: virar a escrava sexual desse homem ou casar-se com seu filho. Afinal, para Lucie, a ideia de dividir a cama com um completo desconhecido lhe causava uma incrível repulsa. Lucie era virgem, mas pensou em escrever um acordo e pedir que ele a livrasse desse casamento. Em troca, entregar-se-ia a ele sem res
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CAPÍTULO 4 — O FILHO DO DEMÔNIO
Uma semana depois... Ao amanhecer, Lucie levantou, fez sua higiene pessoal e desceu para o pequeno jardim. Era uma bela manhã de sábado. Ao entrar no jardim, respirou fundo e deixou o ar fresco da manhã invadir seus pulmões. Tirou os sapatos para sentir a terra fresca sob seus pés, pois aquilo, de alguma forma, a revigorava. Adorava ouvir e sentir tudo ao seu redor: o zumbido das abelhas, o perfume das flores, a brisa suave da manhã envolvendo-a como o abraço de um amante afetuoso. Lucie sempre fazia aquilo quando se sentia triste, aflita ou precisava tomar uma decisão importante na vida. Ao olhar para a cozinha, viu Kassiani observando-a. Desde que era uma menininha, Kassiani sempre dizia que Lucie ficava ainda mais bonita quando estava próxima da natureza, embora nunca tivesse explicado o porquê. Lucie acenou e sorriu para ela. Kassiani retribuiu o gesto e voltou aos seus afazeres, deixando-a novamente sozinha em seu pequeno mundo. Sentou no banco do jardim e, com suavidade, toco
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CAPÍTULO 5 – NÃO VOU TOLERAR!
Quando ela e Kassiani chegaram ao endereço indicado no bilhete, foi de táxi. O "noivo" nem sequer mandara um carro para buscá-las em casa. Dentro do táxi, Lucie tentava se proteger com as mãos dos olhares luxuriosos do motorista, que, mesmo sem dizer uma palavra, olhava descaradamente pelo retrovisor para o seu decote. Sabia que isso aconteceria. Afinal, mesmo quando usava roupas discretas, chamava atenção. Às vezes, Lucie tinha a impressão de que havia algo nela — uma espécie de atração inexplicável que ela mesma não entendia. Não se achava tão bonita assim para justificar tanta atenção indesejada. Ao perceber seu desconforto, Kassiani chamou a atenção do motorista: — Por favor, senhor, preste atenção no trânsito! Pare de olhar para o que não é seu e faça seu trabalho! — falou ela, aborrecida. O homem, como se saísse de um transe, voltou a dirigir. No entanto, de vez em quando, ainda lançava olhares indiscretos em direção a Lucie. Ela agradeceu por a viagem não ter sido longa. Ao
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CAPÍTULO 6 — OS SEUS OLHOS!
Com coragem e totalmente aborrecida, Lucie encarou Leon e disparou: — Está louco? Ou por acaso é bipolar? Se estou usando essa coisa ridícula, foi porque você me obrigou! Ou já esqueceu o seu "maravilhoso" bilhete, indicando que esse era o seu presente de casamento? — O quê? Eu lhe enviei essa coisa? — ele perguntou, franzindo a testa. — Sim, e posso provar! — respondeu ela, sem hesitar. Então, seguiu até onde Kassiani conversava com a mãe de Leon. Sussurrou algo ao ouvido da governanta e voltou até ele, entregando-lhe o bilhete que havia chegado com o vestido. Ao ler, Leon olhou para a porta de entrada do cassino, como se estivesse procurando alguém. Lucie acompanhou seu olhar, mas não havia ninguém lá. Ele franziu a testa, e seu olhar se encheu de ódio. Ela o ouviu murmurar entre dentes: — Maldito! Como ele ousa? Sempre querendo se divertir às minhas custas! — O quê? Do que está falando? — perguntou Lucie, intrigada com seu comportamento. — Nada, Lucie. Esqueça esse maldito bi
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CAPÍTULO 7 – O CASAMENTO
Quando desceram, o salão principal já estava organizado com cadeiras e o local onde o juiz celebraria o casamento. Apesar de simples, tudo foi preparado com bom gosto e sofisticação. Lucie notou que havia poucas pessoas presentes — talvez uma dúzia. Não sabia se eram amigos da família ou parentes, mas, naquele momento, não havia tempo para apresentações. O casamento começou, e o juiz proferiu as palavras. Ambos disseram os votos. Apesar de estarem se casando, Leon não a encarava nos olhos. Lucie acreditou que fosse pela forma como o havia desafiado minutos antes, com relação ao vestido. Aparentemente, aquele homem era terrivelmente sensível ao ser contrariado e ainda estava aborrecido com ela. "Não consigo entender Leon. Ele muda de opinião tão rápido assim? Meu Deus, e se esse homem tiver dupla personalidade?" — pensou Lucie, assustada. Enquanto refletia, passou a analisá-lo melhor. Notou que não havia se enganado: Leon era acostumado a ter tudo o que queria com um simples est
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CAPÍTULO 8: A NOITE DE NÚPCIAS
Dona Laurent, que até então parecia prender o fôlego, aproximou-se de Lucie e disse: — Querida, eu jamais imaginei que essa mulher fosse aparecer e causar todo esse caos. Provavelmente, ela se aproveitou por ser cliente VIP do cassino e enganou os seguranças. Desculpe, meu anjo. Se ela soubesse o que Lucie realmente pensava naquele momento. Enquanto tomava um gole de champanhe e olhava para a porta por onde Charlotte havia saído, pensou: ”Maldição, por que ela não entrou antes? Dessa forma, teria impedido o casamento e me poupado desse destino sombrio!” No entanto, ao olhar novamente para Leon, que agora era seu marido, percebeu que nada nem ninguém teria conseguido impedir aquele casamento. Em seu semblante, havia uma resolução incrível. Algo que, ao mesmo tempo que a assustava, também a fascinava. E, como se lesse seus pensamentos, Leon se aproximou e disse: — Nunca ninguém impediria o nosso casamento, meu amor. Nem mesmo a louca da Charlotte. Você agora é minha, e ninguém vai t
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CAPÍTULO 9 – O CONFLITO
Quando Lucie encarou Leon, ele estava parado de braços cruzados, observando-a com um olhar profundo e luxurioso. Ela não fazia ideia de quanto tempo ele estava ali. Com um olhar assustado, ela perguntou: — Par Dieu, Leon! O que você está fazendo aqui? Ele sorriu de forma extremamente sensual, como se fosse o próprio demônio em pessoa, e então pediu desculpas: — Pardon, chérie. Te assustei? Ela apenas sacudiu a cabeça, enquanto ele a encantava com aquele maldito sorriso. "Droga, por que Leon tem que ter esse sorriso avassalador?" pensou Lucie, irritada consigo mesma. — "Ele deve usar isso sempre que quer seduzir uma mulher. Quantas promessas ele terá feito àquela pobre moça que apareceu no casamento, chorando desesperada?" Enquanto refletia, Leon se aproximou lentamente, como um predador cercando sua presa. Lucie percebeu que, apesar do frio, ele estava sem camisa. "Que corpo perfeito..." — pensou ela, mas rapidamente desviou o olhar, envergonhada. Ao se aproximar, Leon v
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CAPÍTULO 10 — EU DISSE NÃO!
Lucie gritou, sua voz ecoando pelo quarto como um trovão. A raiva fervia em suas veias, mas algo dentro dela lutava contra sua própria vontade. Seu corpo, traiçoeiro, respondia aos toques brutos de Leon de uma forma que a envergonhava e a aterrorizava. — O que está acontecendo comigo? — pensou, desesperada. — Estou gostando disso? Sou uma louca? Uma masoquista? Leon, no entanto, parecia alheio à sua luta interna. Seus lábios e mãos exploravam seu corpo com uma voracidade animal, sugando, lambendo e mordiscando os bicos de seus seios com uma intensidade que misturava dor e prazer. Lucie nunca havia feito sexo antes, nunca havia conhecido os limites do próprio corpo. Mas agora, sua sanidade mental estava à beira do colapso. Ela percebeu que não era apenas a sensualidade de Leon que a dominava. Havia algo mais profundo, algo dentro dela, como se seu próprio corpo estivesse sendo consumido por um desejo irracional, primitivo. Seu corpo queria se entregar, mas sua mente lutava ferozmente
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