Lucie Chavalier, uma jovem de 18 anos, descobre que foi apostada por seu pai em um jogo de pôquer e agora deve se casar com Leon Durand, filho de um poderoso mafioso. No entanto, Lucie possui poderes mágicos desconhecidos e sonhos surreais que a levam a uma jornada de auto-descoberta. Durante o casamento, Lucie e Leon desenvolvem uma paixão intensa, mas também enfrentam desafios. Lucie descobre que é uma ninfa-fada e que sua mãe, Alexandra, está viva em um reino paralelo chamado Selene. Ameaçados pelo bruxo do mal Mordock, que deseja a pedra mágica que sustenta Selene, Lucie e Leon se unem a bruxos do bem, Lily e Josh, e ninfas guerreiras para proteger o reino. Enquanto navega pelo mundo mágico, Lucie enfrenta conflitos internos e externos. Ela precisa equilibrar seu amor por Leon com sua nova identidade e lidar com a ameaça constante de Mordock. Com a ajuda de aliados e sua própria força, Lucie e Leon lutam para salvar Selene e sua pedra mágica. Juntos, eles descobrem o verdadeiro significado do amor, da coragem e da aceitação. Essa história de fantasia e romance segue Lucie em sua transformação de uma jovem indefesa para uma guerreira poderosa, pronta para defender seu reino, sua família e seu amor.
Ler maisO que Leon e Lucie não sabiam era que, durante a noite, algo extraordinário havia acontecido... Ainda escondidos nos galhos mais altos da árvore, dois gatos observavam a mansão. Mas esses não eram felinos comuns—seus olhos brilhavam com cores sobrenaturais: um verde intenso, como esmeraldas vivas, e outro âmbar dourado, flamejante como ouro derretido. — Pelos Deuses, você sentiu isso, Lily?! — Josh projetou a voz telepaticamente, suas pupilas dilatadas de espanto. — Só se eu estivesse morta para não sentir, Josh! — respondeu Lily, as patas trêmulas agarradas ao galho. E esse poder... É como se o próprio ar estivesse se curvando a ela! De repente, um vento cortante ergueu-se do nada, torcendo os galhos e arrancando folhas em um redemoinho violento. Lily, ainda em sua forma felina, arregalou os olhos para a janela do quarto do casal, onde luzes roxas e douradas pulsavam atrás dos vidros. — Maldição! Nessa forma, não consigo criar escudos de mana! — Lily gritou, saltando da árvo
Assim que terminou de falar, Lucie caiu novamente nos braços de Leon. Ele a estreitou com cuidado, beijando o topo de sua cabeça. Foi então que ambos ouviram a governanta da mansão de Paris — que Lucie agora sabia chamar-se Lina — bater na porta e perguntar, com voz preocupada:— Senhor Leon, o senhor e sua esposa estão bem? Esse vendaval apareceu do nada e destruiu parte do jardim e algumas janelas da mansão. Ficamos preocupados com vocês!Leon percebeu que Lucie ficou assustada, como se estivesse implorando para que ele não abrisse a porta. Ele fez um gesto para que ela ficasse em silêncio e respondeu:— Não se preocupe, Lina. Estamos bem. Amanhã, ligue para os meus funcionários para organizarem essa bagunça, ok?— Sim, senhor. Farei isso.— Ótimo. Boa noite.— Boa noite, senhor Leon. — A voz de Lina se afastou, seguida por outros passos, provavelmente de algum dos seguranças da propriedade.Assim que os passos desapareceram, Leon cobriu Lucie com o lençol e a levou de volta para a
Porém, ela não parou continuou a se mover sobre ele, Leon sorriu mordendo os lábios, pois imaginou que a sua pequena era simplesmente insaciável, por isso ajudou ela nos movimentos, no entanto notou que Lucie começou a falar algo, que para ele pareciam palavras totalmente incoerentes, uma mistura de gemidos e sussurros que soavam quase como uma invocação. — Selēnē... theá tēs selēnēs... photízō tēn agápē… (Selene… deusa da lua… ilumina nosso amor…) Lucie murmurou, estas palavras ecoando com uma estranha musicalidade. — Giortázō ti zoí... giortázō tin agápē... me ton ándra pou agapó… (Celebra a vida… celebra o amor… com o homem que eu amo…) Leon parou por um instante, surpreso com as palavras que saíam da boca dela. Era grego ele tinha certeza daquilo, enquanto olhava para ela, percebeu seus olhos brilhando com uma luz estranha, quase sobrenatural. A íris de Lucie, antes de um tom suave, agora brilhava, como se refleti
Antes que ela pudesse responder, ele desceu seus beijos e lambidas em direção à sua intimidade, arrancando mais gemidos de prazer dela. O quarto parecia responder novamente; as sombras nas paredes se moviam mais rápido, e o vento lá fora voltou a uivar, como se estivesse em sintonia com ambos novamente. Ao tocar seu ponto mais sensível, ela soltou um gemido rouco, pois ainda estava extremamente sensível. Ele sorriu e sussurrou:— Deliciosa… como sempre imaginei.Ele sugava, lambia e brincava com seu clitóris, arrancando gemidos de prazer de Lucie, que se segurava no lençol. Leon, então, sugeriu:— Posso te ensinar um lugar melhor para segurar, pequena… — Ele pegou suas mãos e as guiou por seu corpo, fazendo-a tocar cada parte dele. Lucie sentiu a rigidez e a força de seus músculos, e ao descer até seu membro, soltou um suspiro ao sentir sua pulsação em suas mãos pequenas.— Oh! É… grande! — ela disse, involuntariamente, surpresa.Leon deu
Ao chegar ao quarto, ambos já estavam completamente dominados por um desejo intenso e incontrolável. Ele a colocou suavemente no chão, seus olhos brilhando com uma mistura de amor e luxúria. Antes que ela pudesse dizer algo, seus lábios se encontraram em um beijo avassalador, tão intenso que Lucie sentiu seu corpo pegar fogo. Ele, ofegante e com a voz rouca, sussurrou:— Par Dieu (Por Deus), Lucie! Seu perfume… ele me enlouquece de uma forma que não consigo explicar, minha fada irresistível!O quarto estava envolto em uma penumbra quente, iluminado apenas pela luz suave do abajur nas laterais da cama. As sombras dançavam nas paredes, criando um clima íntimo e misterioso. O vento lá fora sussurrava contra as janelas, como se a natureza estivesse ansiosa para testemunhar o que estava prestes a acontecer. Leon e Lucie, porém estavam completamente alheios a isso, imersos em um desejo que parecia consumi-los por completo. Gemendo seu nome a cada toque, sentia
Leon estava observando Adriana e Rafael eram realmente pessoas maravilhosas, e Lucie fazia um lindo dueto com Adriana em beleza e meiguice. Ela também parecia uma fada ruivinha e aparentemente Kassiane também adorava ela. Leon gostou também de Rafael, pois ele era um jovem muito determinado, tinha entre dezenove a vinte um anos e excelentes expectativas quanto a seu futuro. Leon passou a conversar com Rafael sobre o seu trabalho, e Adriana então perguntou sobre o pai de Lucie, a quem ela também gostava bastante. — E então, como está o nosso coroa? — perguntou Adriana. — Nada bem, liguei para a clínica e ele não quis me atender. — Falou Lucie triste — Eu sei o quanto está sendo difícil para ele, mas afastar-se de mim vai ser muito pior, queria lhe pedir desculpas e dizer pra ele que não o culpo mais de nada, mas ele mesmo não se perdoa, e isso está acabando com a sua sanidade. — Amiga, você já tentou falar com ele pessoalmente? — perguntou Adriana. — Ainda não, não suportari
Lucie viu que ele estava chorando e se tremendo, como se estivesse revivendo as cenas de horror que presenciou ainda menino.Ela aproximou-se e o abraçou falando:— Por favor, Leon, não precisa continuar se isso te doi tanto! — disse Lucie.— Não, meu anjo, preciso continuar. Preciso por fora toda essa história sórdida. Nunca havia contado nada a ninguém. Preciso me livrar desse peso, pois ainda ouço os gritos daquele homem e daquela mulher em meus ouvidos — respondeu Leon então continuou:— No porão me escondi e vi o que nenhum garoto de dez anos jamais deveria ver em sua vida — disse Leon, apoiando suas mãos nas costas de sua cadeira.— Depois de tudo o que ele fez ao casal, Máxime deu instruções aos homens, que colocassem os dois no carro e os jogassem do barranco para parecer que foi um acidente. Desde aquela noite, jamais tive um só momento de paz em minha vida, até que vi através de um vidro fumê, um anjo que Deus colocou em meu caminho para me redimir do meu pecado de jamais te
Leon suspirou pesadamente, ficando repentinamente com o rosto sombrio. Abaixou a cabeça, como que tentando achar as palavras certas, portanto disse:— Sei que você quer saber o porquê de ter sido Máxime que apostou você e não eu.— Sim, gostaria de saber, e você não faz idéia do quanto — respondeu Lucie.Olhando novamente de forma séria para ela, Leon foi direto:— Porque não estava aqui no país quando seu pai fez a aposta, além do mais, eu nunca joguei pôquer, nem nunca sequer entrei em um dos cassinos dele.— Como, mas na noite que você me viu pela primeira vez, você não me disse que estava exatamente em um cassino de seu pai? — perguntou Lucie.— Estava na garagem, tentando criar coragem para entrar. Precisava falar algo muito importante para ele, no entanto, fui atraído por sua beleza e inocência, e tudo o mais perdeu o sentido de urgência — disse Leon.Depois pondo uma mecha de seus cabelos para trás para poder olhar nos olhos de Lucie continuou:— Meu pai descobriu que eu estava
Assim que as aulas dela acabaram, Lucie ligou para Leon, lhe perguntando se ele realmente iria buscá-la, Leon sorriu feliz por ela se lembrar de sua promessa e deixou tudo que estava fazendo só para ver a sua esposa, porém o que ela falou lhe deixou aborrecido.— Pode me esperar atrás da universidade? — pediu Lucie.— Por quê? O que está acontecendo? — perguntou Leon, sentindo raiva e ciúmes.— Nada, é só que... — hesitou Lucie.— Lucie… O que está acontecendo? — insistiu Leon.— Você vem ou não Leon?! — perguntou ela impaciente.— Está bem, como quiser — respondeu ele, rapidamente.Então, assim como ela pediu, ele a esperou atrás da universidade, mas seu cérebro começou a imaginar coisas. "O que ela está escondendo? Espero que Lucie tenha uma boa explicação para isso tudo", pensou ele aborrecido.Quando Lucie chegou ao carro, Leon estava com uma expressão séria.— O que você está escondendo Lucie? — perguntou Leon, com ciúme na voz.— O que você está insinuando? — respondeu Lucie, su