133- Guilherme

Guilherme narrando :

Enquanto eu caminhava pelos corredores do hospital, cada passo parecia mais pesado que o outro. Minha cabeça ainda tava girando com tudo o que tinha acontecido, mas eu não podia parar. Camila tava lá fora, devastada, e era minha responsabilidade proteger ela… fazer o que ela não conseguia agora.

Entrei na sala administrativa, assinei papéis, preenchi documentos, dei meus dados pra liberação do corpo e agendei o enterro do jeito que ela pediu, direto, sem velório. Respeitei cada palavra dela, porque eu sabia que por mais que ela estivesse destruída, ela ainda tinha forças pra decidir como queria se despedir.

— Tudo resolvido, senhor Guilherme — disse a moça da recepção, me entregando a última folha. — O enterro será amanhã de manhã, conforme solicitado.

— Obrigado.

Guardei os papéis na pasta e saí da sala. Andei pelo corredor até a recepção e, assim que virei o corredor, vi Camila sentada num canto, falando no telefone. O rosto vermelho, os olhos inchados, a expres
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