128- Armação

Guilherme narrando :

Eu tava sentado na minha sala, tentando focar em um contrato importante quando a cabeça começou a pesar de novo. Aquele encontro com o pai da Jamile ainda tava me remoendo por dentro, e a preocupação com a Camila não me dava sossego.

Peguei o celular e liguei pra ela. Uma vez. Duas.

Três.

Nada.

Ela não atendeu.

Minha mão já começou a suar. Camila nunca deixava de atender assim, ainda mais depois de uma situação tensa como aquela.

Foi aí que a secretária bateu na porta com pressa e entrou logo em seguida, com a voz aflita:

— Senhor Guilherme… desculpa interromper, mas… eu acho que é melhor o senhor ir lá fora. Sua noiva tá discutindo com a Jamile. Tá do outro lado da rua!

Meu coração disparou.

— O quê?!

Levantei da cadeira num pulo, o sangue gelando na hora.

— Ela tá sozinha? — perguntei, já indo em direção à porta.

— Tá… Estão só as duas.

Saí correndo. Atravessei a empresa como um furacão, nem vi quem tava no caminho. Abri a porta principal e corri, o coração mar
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