Um amor simples nascido desde a fase pura de suas vidas e uma segunda chance pra amar... dois homens apaixonados e que não medem esforços pra trazer até mesmo a lua para as suas garotas.
Leer másSaul prometeu que não atrapalharia a conversa de sua Anja com o ex, mas não prometeu que não iria espiar a essa conversa. Andrey chegou calmo, estava com uma camisa social preta e uma calça clara, realmente aquele homem chamava atenção ele não podia negar. Trazia flores e talvez esperanças, mas não havia amor em seus olhos e gestos. Ele sentou ao lado dela no balanço da varanda, ela o esperava desde que ligou para ele sentada naquele balanço. -Voce até que enfim percebeu que somos perfeitos. Eu sabia que você mudaria de ideia, nosso apartamento... - Andrey, nunca mais eu vou falar com você, essa é a última vez, você lembra quando a gente deu o primeiro beijo? Você tinha quinze anos... - Você tinha treze, era a garota mais linda de toda a escola... -Você se exibiu pra toda a escola, pro bairro, pros pais, eu não queria... Eu queria um romance secreto... E acabamos namorando desde la. Então quando você foi pra faculdade, antes, meus pais faleceram, eu... -Minha avó não deixou voc
Saul Ele beijou-a usando toda a força de vontade pra não agarrar as suas nádegas e ergue-la até a cama, e ela não estava ajudando, porque ela avidamente o tocava por todo o corpo. Quando percebeu que não conseguiria mais manter os pensamentos e as boas intenções, tomou todo o restante do autocontrole e sussurrou em seu ouvido"Anja, eu não vou conseguir mais, eu preciso que você pare, porque esse é o máximo que poderei ir em plena consciência." E como que acordasse de um transe, ela sorriu, o afastou delicadamente e foi para a sua cama. Aquela noite foi extremamente longa e quente. *Gael* Gael queria muito ficar o dia com sua esposa, queria abraçá-la e ficar todo o dia fazendo as suas vontades, não queria deixar os bebês pensarem que a mamãe não era cuidada por alguém que a ame. Mesmo assim pra ficar mais tranquilo, fez Anja vir até a casa pra ficar com seu quarteto fantástico. Ele sabia que ela estava em boas mãos e assim poderia fazer as cirurgias longas em que não poderia sair
Ele a olhava de longe, fazia um dia que a vovó tinha ido embora, parecia até que Andrey havia dado um tempo nas investidas, o que pra ele até foi ruim porque assim ele não podia aparecer na casa dela a qualquer hora e dormir no quarto ao seu lado. Naquele dia ela estava muito ocupada, tinha várias cirurgias e ainda teria dois alunos que estava a acompanhando, por isso ele manteve uma certa distância (mas sempre perto dos olhos).*Gael* Gael havia terminado a última consulta do dia, mas a porta do consultório abriu, a surpresa não era boa, desde a notícia do casamento ele não enfrentava a avó de Sol e Saul. Agora ela estava sentada na sua frente, com os braços cruzados o julgando a cada respirada. -Sabe meu filho foi muito estúpido em casar com mãe se Sol e de Saul, agora eu não pensei que aquela criança linda e inteligente casaria com um amigo de infância do irmão em vez de um herdeiro milionário, acontece que ela puxou ao seu pai também. -Ora vovó, pensei que já teria se acostuma
Ele a avistou de longe, ela estava sentada na praia, a maré estava quase a alcançando. Mas não parecia se importar, mantinha-se em seu mundo, em seus pensamentos e em sua realidade. Ele não conseguia entender se ela estava se preparando pra fugir, ou apenas pra lutar, queria que fosse a segunda opção, pois ai poderia ser útil, se fosse a primeira ele teria que tranca-la pra fazer mudar de planos. Ele queria ir atrás dela, mas percebeu que existem momentos em que a melhor companhia era a solidão. Bastava ver que ela estava bem, apesar de estar perdida dentro de si mesma, estava ainda em um lugar que ele poderia alcançar de alguma forma. Quando a água a alcançou, ela levantou e caminhou lentamente pra casa e ele a seguiu de longe. *Gael* Gael estava com sua esposa e seu futuro bebe em seus braços. Ele agora entedia como dois corpos podiam ter o mesmo espaço pois os dois estavam em seu abraço e coração. Ela irradiava uma energia e uma luz que o deixava cego. Ele lembrava que el
Ele apenas segurou a sua mão, sabia que talvez esse era o único gesto que ela não interpretaria mal naquele momento. -Minha mãe em uma das últimas conversas que tivemos antes dela morrer falou pra mim que existem mudanças que são necessárias e existem tempestades que vem pro nosso bem. A sua dor, principalmente pelo bebê deve ser grande, mas e se você descobrisse isso muitos anos depois, não se sentiria pior ainda? -ela o olhou surpresa. -Eu nunca mais vou deixar ninguém se aproximar Saul, então, podemos apenas sermos amigos ou profissionais? Eu não posso, e não quero deixar acontecer nada assim ainda... -Quando eu te abraçar, ou falar que te amo, vai ser muito sério, vai ser de verdade, e eu não vou te soltar. -ele apertou a mão dela com mais força. Ele já a amava, mas aquela não era a hora pra isso, não era o dia, nem o momento, agora ela só precisava de alguém que escutasse e a entendesse, não precisava concordar ou discordar com nada, mas provavelmente não queria ser colocad
Saul voltava depois de uma viajem massante de quinze dias. Sua irmã e seu amigo, já haviam se mudado para uma casa maravilhosa em sua cidade natal, ele agora era o diretor do hospital e ela ainda estava terminando a faculdade a distância, ele iria até sua casa que ainda precisava ser reformada, se trocar e depois jantaria com os dois. E eles estavam radiantes, a casa era aconchegante e aquecida com um amor que ele só sentiu quando tinha seus pais. Eles jantaram no terraço perto da piscina, a casa era de um andar apenas, mas era toda iluminada e ampla. -Saul eu mandei trazer suas coisas pra cá. Você não vai ficar sozinho lá quando a nossa casa tem quartos de sobra. - me poupem não vou ser ve... - nem termina, quando você casar, você reforma a nossa casa antiga e vai morar lá. E assim ele foi apresentado a um quarto que parecia ter sido projetado especialmente para ele na casa dos recém casados. Ele foi dormir cedo pois estava muito cansado da viagem e queria acordar cedo pra ir ve
-Gael, vamos conversar. - Saul amava seu amigo, mas temia que a irmã se perdesse ao entrar em um casamento tão cedo e depois de tantas decepções e abdicações - pensei que vocês demorariam mais. - Meu irmão, vocês sempre foram minha família, porquê você pensa que eu faria alguma coisa para prejudicar a ela? -Eu escutei sua declaração ontem pra ela, escutei ela também, ela não tem ideia do que quer ainda, eu acho que ela nem tem certeza do que gosta, de fazer, de comer, de cantar, de ver, ou de onde morar. Ela vai querer o que você quiser. Ele respirou fundo, ele parecia estar escolhendo as respostas. - Saul, eu também não tenho certeza, eu realmente não sei o que gosto, onde quero morar, nada além do trabalho. mas tenho certeza de uma coisa... ela é meu lar, tudo que eu gosto, tudo que eu amo está nela, e em você meu amigo. Então tudo o resto nos descobriremos com o tempo e juntos. Saul estava feliz por descobrir que o amigo estava disposto a descobrir os gostos, vontades e
A casa era igual de como ele lembrava, os móveis eram mais modernos e algumas decorações foram trocadas. Ele sabia que a irmã seria pedida em casamento naquela tarde na piscina, já haviam solicitado que enchessem ela de balões vermelhos e no meio estava um coração desenhado de balões brancos, tudo seria perfeito como ela escreveu no seu diário de treze anos de idade, na mudança para a cidade após que seus pais faleceram ele encontrou os diários da irmã de treze anos aos 15 anos, mas os de antes não tinha nenhum. Naquele momento ele tinha um amigo nervoso à espera de sua futura esposa. Ela havia ido para a consulta de revisão com Helen e tinham pedido o favor dela levar Sol pra casa. essa era uma jogada pra poder ver sua Anja, e ela ver como um amor de verdade poderia existir. Ele sabia que ela devia ter sofrido algo, mas o detetive não localizou nada sobre o porquê dela desistir de tudo no exterior. Ela tinha um cargo bom, um salário bom e até um noivo de infância. Sem ter fatos
*Saul* Os três estavam jantando no quarto, a espera da troca de medicação fazer efeito. Helen realmente era uma médica extraordinária, tinha artigos com pesquisas inovadoras, ele tentava não olhar muito pra ela pois aquele momento o que interessava era a sua irmã apenas. A medicação demoraria pra fazer efeito, depois da janta Gael ficaria com Sol, ele tinha ciúmes e vontade de mandar ele pra casa, pois ele estaria com as suas duas garotas. Mas ele precisava fazer algumas cirurgias e assinar alguns papéis. Ele havia pedido o histórico do atacante de sua irmã, era triste porquê ele era jovem, e mais da metade da vida passou em uma casa de cuidados. Quando terminou seus compromissos, e com uma pizza se juntou ao amigo e às duas mulheres da sua vida, e assim como uma cena de filme ela abriu os olhos e exigiu. -Eueuu quero pizzaaa... diz que é de Strogonoff-e a noite foi iluminada por sua Sol. Os três correram até ela com sorrisos nós rostos- Angel? -Obrigada, mas sou Helen, mesmo