BÔNUS II

Serena Moretti

O beijo de Vitório foi lento, profundo e irrevogável.

Era sempre assim. Como se cada vez que seus lábios tocavam os meus, ele reivindicasse o que sempre foi dele.

Eu me deixava levar, me entregava sem reservas, porque a verdade era simples: eu era dele tanto quanto ele era meu e quando se afastou, seus olhos azuis continuavam cravados nos meus.

Eu conhecia aquele olhar.

Não era apenas desejo, não era apenas amor.

Era posse.

E, pior… era ciúme.

Cruzei os braços e arqueei uma sobrancelha.

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