24 - A Dor da Pantera

A recuperação dos movimentos do meu corpo ocorre de maneira gradual. Sinto-me como uma máquina viva, robótica, com músculos rígidos, incapazes de executar movimentos completos. Gradualmente, meus ossos estalam à medida que se fortalecem, retomando a sensação da fase anterior e induzindo um considerável desconforto. Agora, a nova etapa se funde com a anterior, deixando-me imobilizado e mergulhado em agonia. Nesse processo, transformo-me em algo semelhante a uma puma.

— Um esconderijo subterrâneo. — Calice observou o local, que mal conseguia acomodar a todos nós. — Esperto, Leoni.

— Como cobre seus rastros? — Tygon perguntou.

— Isso não é da conta de vocês. — Felicia retrucava, meticulosamente examinando o abdômen lesionado de seu pai, que agora havia despertado. — Como está, pai?

— Estou bem. — Ele fala sem muita dificuldade, esboçando um sorriso para ela e um olhar de preocupação para mim.— Cato?

Aceno com a cabeça, assentindo de forma positiva, embora morda os lábios por causa da dor
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