Quando Tereze Herries uma humana é encontrada pelo alfa Haron Grower em uma caçada na floresta ela é dominada pelo ódio,ele é tão rude e grosseiro e aparentemente também a odeia. Tereze porém descobre ser a companheira destinada a Haron que a rejeita por ser humana e fraca,ao tornar-se prisioneira entre a alcateia ela descobre segredos entre a matilha e um inimigo que os espreita,sendo obrigada a treinar com ele a jovem percebe nele um lado intrigante. O alfa passa a olha-la diferente e ela se surpreende ao perceber que também o deseja,a despeito do enigmático comportamento de Haron ela está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir a beleza,coragem e o espírito independente da jovem Haron também admite que a ama mas como declara-la sua luna quando a união entre lobos e humanos é proibida e quando ele já tem um casamento marcado.
Ler maisA chuva batia constantemente na janela,o som era relaxante enquanto a jovem abria os olhos na penumbra se viu em um local completamente estranho,primeiro veio a dor de cabeça latente,logo após a náuseas que a atingiu em ondas horríveis,com os olhos cheios de lagrimas viu que vestia apenas uma camisa preta que lhe chegava ao meio das canelas,no corpo dela parecia mas uma camisola,a roupa de cama assim como a camisa tinha cheio de cedro,almíscar e floresta,reconhecia aquele cheiro mas não lembrava de onde,a mente ainda enevoada pela dor,ouviu passos no corredor e levantou-se o mas depressa que alguém grogue consegue,a porta foi aberta e Tereze voltou-se para a janela quando deu de cara com o intruso.— Ouvi você do lado de fora!a náusea faz parte do processo de cura,alguns resquícios do veneno só desaparecem com alguns dias de repouso.— Haron tinha em mão uma bandeja e uma tijela.— Trouxe ensopado.— Ele tinha os olhos grudados nos dela como se buscasse o resquício de algo.— Faz muito te
A chuva batia constantemente na janela,o som era relaxante enquanto a jovem abria os olhos na penumbra se viu em um local completamente estranho,primeiro veio a dor de cabeça latente,logo após a náuseas que a atingiu em ondas horríveis,com os olhos cheios de lagrimas viu que vestia apenas uma camisa preta que lhe chegava ao meio das canelas,no corpo dela parecia mas uma camisola,a roupa de cama assim como a camisa tinha cheio de cedro,almíscar e floresta,reconhecia aquele cheiro mas não lembrava de onde,a mente ainda enevoada pela dor,ouviu passos no corredor e levantou-se o mas depressa que alguém grogue consegue,a porta foi aberta e Tereze voltou-se para a janela quando deu de cara com o intruso.— Ouvi você do lado de fora!a náusea faz parte do processo de cura,alguns resquícios do veneno só desaparecem com alguns dias de repouso.— Haron tinha em mão uma bandeja e uma tijela.— Trouxe ensopado.— Ele tinha os olhos grudados nos dela como se buscasse o resquício de algo.— Faz muito te
A sensação era a de mil agulhas cravadas na pele,Tereze gemeu com a dor constante na perna direita mas não se atreveu a abrir os olhos,um sacolejar repentino fez com que os abrisse um pouco,as pálpebras estavam pesadas de mas para que pudesse distinguir a realidade de uma alucinação,dor era tudo que sentia,os braços em torno dela a alinharam melhor de encontro ao corpo solido colado ao seu e tudo que fez foi fechar outra vez os olhos.— Não durma humana!precisa prestar atenção na minha voz,tente manter os olhos abertos.— Tereze reconheceria aquela voz mesmo embaixo da água,algo dentro dela se agitou com a sensação revigorante que a voz lhe trouxe.— O que pensa estar fazendo?— murmurou em um fio de voz.— Salvando você humana tola!— a voz era despida de qualquer sentimento.— Se me odeia tanto porque não deixa que acabem com meu sofrimento?será melhor assim.— Se tivesse forças o suficiente talvez tivesse tentado acerta-lhe um soco no queixo.— A odeio sim!não tenho dúvidas disto,mas n
A noite estava fria,uma baixa significativa na temperatura havia deixado o clima sinistro,o vento soprava forte a copa das arvores fazendo galhos secos parecerem garras de monstros que espreitavam em meio a vegetação escura,o dia havia exigia muito mas do que o imaginado,uma coisa era o cansaço físico,ja o mental não era algo que se podia resolver da noite pro dia,não havia nem sinal de Selena muito menos um sinal de esperança que dissesse que elas teriam uma chance de se verem livre daquele lugar,ninguém tinha feito a escolta até a cabana onde vivia,ele sabia que ela não seria capaz de fugir sem a irmã.— Maldito fosse!— praguejou em voz alta,abriu a porta e entrou,sobre a pequena mesinha havia uma panela um prato e uma garrafa de vinho,sorriu com a ironia,pelo menos poderia se embebedar até cair em um sono profundo sem pegação com o alfa ou qualquer outro macho convencido em um sonho erótico. Próximo ao prato um papel,tirou a tampa da panela e o vapor subiu,ensopado de carne e le
Enquanto quase corria com a bandeja em mãos murmurava sobre como estava servindo a um idiota,como odiava cãs e como pensava apenas servir a comida em um prato no chão. O alfa não gostava de atrasos foi o que disse a anciã nada receptiva que a encontrou na cozinha.Tereze praticamente voava pelos corredores até o bendito escritório voando contra o tempo. Estava ofegante quando chegou até a porta,bateu uma,duas,três vezes e ninguém a atendeu,deu suspiro de alívio,girou a maçaneta e abriu a porta,estava tudo igual da última vez que estivera ali,o cheiro amadeirado a atingiu em cheio junto as lembraças do beijo e do intrigante sonho que tivera,esse lugar estava intrigando-a de um jeito esquisito,Tereze sentiu o rosto esquentar,nunca havia corado na presença de Alexander,ele era bonito,tinha cabelos loiros e olhos azuis brilhantes,até gostava quando ele a beijava,Alexander era alto e ela sempre ficava na ponta dos pés ao beija-lo,era delicado até o ponto de propor se tornarem amantes,Ter
Não era preciso ter um super olfato de lobo para que o inebriante aroma adocicado atingisse o nariz de Tereze,o lugar era lindo de um verdade escuro salpicado de pontos vermelhos,era coisa mas linda que já tinha visto,enquanto caminhavam em direção às inúmeras macieiras uma jovem franzina lhe estendeu a mão.— Meu nome é Suzana Wilde!também trabalho na qualidade.— a moça era tão branca que a luz do sol podia se dizer que a pele dela era quase translúcida,os cabelos da cor da palha lhe conferiam uma aparência quase infantil evidenciada por grandes olhos amarelos brilhantes.Tereze já havia visto aqueles olhos na maioria ali,era como se fossem de uma espécie diferente dos demais.— Prazer!sou Tereze Herries...—não terminou a frase.— Ouvi falar de você!aliás todos ouviram sobre as novas garotas humana.— A moça era gentil e tinha sempre um sorriso no rosto enquanto caminhavam rumo a uma direção que Tereze não fazia ideia.— Ficaremos aqui até as onze horas,faremos a separação dos fruto
Tereze havia terminado de comer a fatia do bolo quando uma voz que ela havia aprendido a odiar nas últimas horas lhe tirou da conversa animada com Evelyn. — Leve-a de volta ao chalé! Ela não é uma convidada aqui. — Ao virar-se, deparou-se com o alfa de braços cruzados sobre o peito musculoso. A jovem tinha uma lista extensa de ofensas que poderia facilmente dirigir a ele, mas preferiu manter-se calada. — Sim, senhor! — A voz de Evelyn tinha uma nota um tanto estérica. Com um cutucão sutil, Tereze começou a caminhar. Elas se afastaram do centro da alcateia, onde estava localizada a agitação naquela noite. A jovem não olhou para trás nenhuma única vez enquanto caminhava para longe do homem odioso que lhe esgotava a paciência até a alma. Uma das poucas lembranças ou divagações lhe veio à mente: era ela e o pai. Não conseguia ver o rosto dele enquanto caminhavam em meio à grama verde de um campo florido. Às vezes, Tereze pensava que era uma peça que sua mente lhe pregava; outras veze
Já havia anoitecido e Tereze ainda estava sendo interrogada,ela já havia se cansado de repetir que não tinha nada haver com os tais vampiros muito menos os conhecia,Selena também havia repetido a mesma coisa,haviam sido traficadas e por Deus nunca havia nenhum interesse em parar ali,o conselho era um grupo de vinte lobos velhos e rabugentos,pessoas mas velhas da alcateia que pelo visto a odiavam tanto quanto o próprio alfa que a olhava como se ela fosse um estorvo,não queria ficar ali e seria muito fácil de resolver o poblema de todos indo embora. — O melhor para alcateia é que a deixemos em observação,assim teremos certeza que ela não foi enviada pelos vampiros para sondar nossas fraquezas!— disse uma mulher de olhar ostil e foi apoida por alguns membros. — Porque uma humana?já pararam para pensar nisto?porque não alguém capaz de competir com vocês em velocidade e força.— Não pode resistir responder diante de tantas suposições.— Deixe-nos partir,não pretendo ficar nenhum só inst
O quarto era o lugar mas luxuosos que ela botara os pés,em tons de branco e dourado o ambiente oferecia o conforto que nunca tivera,no canto uma enorme cama dossel capaz de abrigar quatro pessoas confortávelmente,um criado mudo no qual descansava um pequeno abajur,uma mesinha com uma cadeira próximo a janela que tinha vista para a floresta de pinheiros e um grande armário de madeira,o que mas lhe chamou atenção foi a grande banheira de porcelana branca em um dos cantos. Tereze não estava em seu melhor estado,a bainha do vestido estava rasgada em vários lugares e dura de lama,por Deus!as ultimas horas haviam sido infernais,girou uma chave na parede e a maravilha começou a acontecer,o mecanismo fez um barulho afogado e a água começou a jorrar,morna do jeito que precisava naquele momento.Começou retirando o casaco pesado que um dia havia sido lindo mas que agora estava em um estado deplorável,o vestido ragado e a combinação,os patos também não lhe restava muita escolha a não ser deixa