Vale ouro

Simone Muller ajeitou a postura em frente à porta, o sorriso cuidadosamente sensual e calculado. Plantando uma mão na cintura, com a outra mão tocou a campainha e aguardou confiante. Passaram-se alguns segundos. Nada. Tocou novamente, desta vez mais insistente. Ainda sem resposta. Irritada, afundou o dedo na campainha, fazendo-a soar repetidas vezes.

Uma porta no fim do corredor se abriu de repente, e uma senhora, de avental florido e expressão aborrecida, se inclinou para fora.

— Ei, perdeu o dedo na campainha? — reclamou aos berros.

Depois de um instante de surpresa pela reação, Simone encarou a mulher com aborrecimento, ajeitando o cabelo loiro.

— Vim visitar os Perez — declarou ríspida.

Diante dos frios e imperiosos olhos azulados, a mulher empalideceu.

— Senhorita Muller... Ah, me desculpe! Não a reconheci... Desculpe...

— Tá, tá! Viu os Perez hoje?

— Paulo, Pedro e as meninas saíram cedinho, não sei dizer para onde — explicou, se inclinando em respeito, mas com um olhar furtivo
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