Contrato de confidencialidade

O silêncio o engole assim que cruza a porta de casa. Jonathan esperava encontrar luzes acesas, talvez o som baixo da televisão ou até mesmo os passos suaves de Marta pelo corredor. Mas nada. A mansão está mergulhada em uma quietude incômoda, quase cruel. Ele larga a mala no chão e solta um suspiro pesado. Por que diabos essa sensação de vazio o incomoda tanto?

Ele sobe as escadas lentamente, como se esperasse que, a qualquer momento, Marta surgisse de algum canto. Mas a única coisa que encontra é o eco dos próprios passos. Passa pela cozinha e vê a louça lavada, a organização impecável, tudo feito por ela. Um pequeno sorriso puxa o canto de sua boca. Ela realmente cuidou de tudo.

Ao chegar no corredor dos quartos, ele hesita diante da porta do quarto dela. A ideia de bater passa por sua mente, mas ele se controla. O que diria? Que queria vê-la? Que sentiu sua falta? Isso seria admitir demais, e ele não está pronto para isso.

Ele se dirige ao próprio quarto, desfazendo os botões da cam
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