O Jogo do Poder

Jonathan aperta os punhos sob a mesa de mármore enquanto assiste, com tédio e irritação, ao desfile de promessas vazias e palavras envenenadas que saem das bocas dos políticos à sua frente. O governador fala com pompa, os assessores assentem como marionetes bem treinadas, e alguns empresários cochicham entre si, claramente mais interessados em vantagens do que em desenvolvimento real. Mas Jonathan já conhece esse jogo. Sabe muito bem o que está por trás de cada aperto de mão suado e sorriso ensaiado. E ele está farto.

— Chega. — Sua voz ressoa pela sala, cortando o burburinho como uma lâmina afiada. Todos se calam e o encaram, surpresos com sua interrupção. Jonathan se recosta na cadeira, encarando cada um dos presentes com olhos de aço.

— Se essa reunião continuar nesse tom ridículo, vou encerrar a operação dessa filial agora mesmo.

O governador pigarreia, tentando manter a compostura.

— Ora, senhor Schneider, não precisa ser tão radical…

— Preciso, sim. — Ele se inclina para frente
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