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18. A Dama de Tênis e o Palácio de Vidro

No dia seguinte, lá estava eu, em um ônibus cheio de gente indo para a temida sede da Speredo. A ideia de ir até aquele prédio enorme, onde Alexander praticamente reinava como um imperador corporativo, fazia minha pele arrepiar, mas não exatamente de empolgação. Era um misto de pavor e resignação, uma combinação que me acompanhou a cada troca de ônibus e fila exasperante.

Depois de um longo tempo como passageira em três veículos diferentes e lotados, consegui descer no ponto de ônibus que ficava a uns bons quinze minutos de caminhada do prédio da Speredo. Se isso não fosse o suficiente para me deixar de mau humor, o cenário era. Olhei ao redor e me perguntei como aquele pedaço esquecido no leste da cidade se transformou em um centro reluzente de ternos caros e arranha-céus empresariais. Claro, graças a Alexander e sua equipe de magnatas calculistas. Eles compraram o terreno baratinho e o transformaram na meca de aspirantes a magnata e advogados de colarinho branco. Não pude evitar um
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