~ Summer ~
O silêncio no celeiro é opressor, cortado apenas pelo som dos meus soluços abafados. Minhas mãos estão vermelhas de tanto esmurrar a porta, mas ela não cede. Minhas forças se esvaem, e eu desabo no chão de terra batida, sentindo a humilhação me consumir. Quanto tempo passou? Minutos? Horas? Não sei. Meu coração acelera ao ouvir passos do lado de fora. A porta range e, de repente, ele está ali — o homem que transformou minha vida em caos num piscar de olhos. — Quem é você? — minha voz falha, mas eu me forço a encará-lo. Ele sorri, um sorriso cheio de algo sombrio e predatório. — Seu dono, Mia Béla. Me levanto num salto, tentando passar por ele, mas sua mão firme agarra meu braço. Num movimento rápido, ele me j**a ao chão como se eu fosse nada. — Não me machuque... — imploro, minha voz quase um sussurro, mas ele apenas ri, uma risada baixa e ameaçadora. Ele se aproxima novamente, e eu sinto o peso de sua presença. Ele me puxa de volta para cima, tão perto que posso sentir seu hálito quente contra minha pele. — Não posso prometer isso, pequena. — Sua voz é rouca, e antes que eu consiga reagir, seus lábios tocam minha orelha, enviando arrepios de pavor pelo meu corpo. — Por favor, senhor... — gaguejo, tentando escapar de suas mãos grandes e tatuadas. — Você é minha. — Ele me segura com força, seus olhos brilhando com algo que eu não quero entender. Sua boca encontra a minha novamente, e sua língua tenta invadir, sem pedir permissão. Tento resistir, mas ele é forte demais. Meu corpo não me obedece. — Mia Béla... deliciosa. — Suas palavras são um misto de zombaria e desejo. Por um instante, quando ele finalmente se afasta, sinto uma mistura de nojo e confusão. Meu coração grita em revolta, mas minha mente está entorpecida. — Ei! Qual é o seu nome? — grito, minha voz ecoando no celeiro. Ele para na porta, olha por cima do ombro e sorri novamente. — Para você .... Demônio. Fico parada, tentando entender o que acabou de acontecer. Meu pai está morto. Eu estou presa. E agora, esse homem... Quem é ele? Por que fez isso? O tempo passa devagar. Estou andando de um lado para o outro quando um de seus capangas entra no celeiro, sua presença não menos ameaçadora. — Não se aproxime! — grito, recuando. — Anda logo, garota. O senhor Hades pediu para que eu te leve. — Aonde vamos? Me solte! — minha voz é desesperada, mas ele me ignora. Com um movimento rápido, ele me venda e amarra minhas mãos para trás. Tento lutar, mas é inútil. Sou levada para um carro e, quando o motor ronca, percebo que estou completamente à mercê deles. Não sei quanto tempo passamos na estrada. Quando a venda é finalmente retirada, estou diante de uma casa imensa e luxuosa. O lugar é isolado, cercado por uma floresta densa. E lá está ele, parado na porta como se fosse o dono do mundo — e, de alguma forma, do meu destino. — Hades — murmuro, tentando parecer firme, mas minha voz sai fraca. — Eu quero ir embora. Ele não responde, apenas me observa com aquele olhar frio e calculista. — Ei! Alguém me tire daqui! — grito, mas antes que eu possa continuar, ele está atrás de mim, tampando minha boca com uma das mãos. — Você vai me ouvir agora, Summer. — Sua voz é baixa, mas carregada de ameaça. — Vou dizer isso uma única vez. Ele me vira para encará-lo, seus olhos fixos nos meus. — Você me pertence. E agora, eu vou te mostrar quem manda. — Como você sabe meu nome? — pergunto com a voz trêmula. Ele me ignora e me arrasta pelo corredor, ignorando meus protestos. Sou empurrada para dentro de um quarto grande e luxuoso. Ele fecha a porta com um estrondo, como se selasse meu destino. — Ajoelha. O comando é seco e direto. — O quê? — murmuro, confusa e aterrorizada. — Não vou repetir, Summer. Ajoelha. Sinto meu corpo hesitar, mas o medo me domina. Lentamente, faço o que ele manda, lutando contra as lágrimas que queimam meus olhos. — Quero que você chupe o meu pau! Meus olhos se arregalam. — Não, não... — Guaguejo nervosa — Não posso fazer isso. Vejo ele rir maleficamente e abaixo minha cabeça e ele me puxa pelos cabelos enquanto abre o zíper da calça social e retira o pau de dentro da cueca. Tento recuar ao ver o tamanho de seu membro tão perto do meu rosto. — Eu... eu.. acho que não consigo, é muito grande. — Abra a boca — ordena, puxando meu cabelo forte, como se mostrasse quem manda. Relutante abro e fecho a boca — Não sei fazer isso. — Mia Béla... Mia Béla, você está testando minha paciência, se eu ouvir sua voz mais uma vez eu vou te deixar uma semana sem andar com a surra que eu vou te dar. Sinto as lagrimas escorrerem em meu rosto e abro a boca novamente, ele segura seu pau e passa a cabeça em meus lábios. — Não use os dentes. Escute bem, vou foder a sua boca .... mas é só o começo comparado ao que eu quero fazer com sua boceta. Sem esperar minha resposta ele enfia o pau dentro na minha boca, arregalo os olhos e ela levanta minha cabeça indo mais fundo, bem mais fundo, até minha garganta. — Respire pelo nariz — ordena. Só obedeço e ele enrola meus cabelos em seu punho e empurra minha cabeça contra seu membro. Mais e mais, aperto sua coxa com força o que faz ele parar e retirar o pau da minha boca. — Você quer parar? — Balanço a cabeça fazendo que sim, mas ele ri negando. — Mas, eu não. Enfia o pau com tanta força na minha boca que eu engasgo e sinto a cabeça de seu membro esfregar em minha garganta. Ele impulsiona minha cabeça e então percebo que ele não vai parar, ele pulsa na minha garganta, quase gozando. Segura meu cabelo com mais força e fecha os olhos gozando na minha boca e se retirando. — Engole. O olho em choque e minhas mãos tremem, ele tem um sorriso de satisfação nos lábios e eu tento protestar mas ele me dá um tapa no rosto me desequilibro e caio de cara no chão. — Engole vádia. Com o susto eu engulo toda sua porra. Ele sai do quarto batendo a porta e eu caio no chão chorando e me sentindo um lixo acabo dormindo ali mesmo.~ Summer ~Acordo sentindo o peso do dia anterior como uma pedra no peito. O quarto onde estou é grande, mas frio, sem vida. As paredes brancas parecem me sufocar, e o silêncio é tão denso que quase ouço meus próprios pensamentos berrando.Caminho até o banheiro com as pernas trêmulas. Abro a torneira e deixo a água correr, tentando encontrar alguma normalidade em escovar os dentes. Uma, duas, três vezes. Escovo até minhas gengivas começarem a doer. Tento ignorar o gosto metálico do sangue e lavo o rosto com água gelada, como se isso pudesse apagar tudo o que aconteceu.Tomo banho em silêncio, deixando a água quente cair sobre mim. N&atild
~ Summer ~A dor ainda lateja no meu corpo. Cada movimento que faço parece um lembrete cruel do que aconteceu, do que ele fez. Não consigo mais ficar aqui. Preciso sair, nem que seja a última coisa que eu faça.Olho ao redor do quarto. É luxuoso, sim, mas não passa de uma prisão decorada. A janela está fechada, mas eu vejo o mundo lá fora. A liberdade está tão perto, e mesmo assim parece impossível alcançá-la.Respiro fundo. Preciso tentar.Espero até o sol começar a se pôr. A casa está mais silenciosa, os passos ecoam distantes. É a minha chance. Abro a porta
~ Hades (Gael) ~ Sentado em meu escritório, revisando alguns números de um dos meus negócios. As últimas semanas têm sido um caos, como sempre, mas é o tipo de desordem que eu aprendi a dominar. Controle. Poder. Isso é tudo o que importa.— Gael, o carregamento do porto está em ordem. — Marco, meu capo e braço direito, entra com sua postura rígida, como sempre.— Eu já disse pra me chamar de Hades — reclamo e volto a falar — Ótimo. Certifique-se de que a entrega seja feita sem erros. Não tenho paciência para incompetentes.Ele assente e sai, deixando-me sozinho. Depois de concluir os últimos detalhes, decido voltar para casa e descer ao porão. Ali é onde escondo os segredos mais sombrios, os erros que precisei corrigir e as dívidas que outros não puderam pagar. É aonde Summer se encontra.Passo horas lá, perdido em pensamentos e decisões e a observando sem que ela perceba. O ambiente é escuro, abafado, o cheiro metálico de ferrugem impre
~ Summer ~Acordo com o sol invadindo o quarto pela fresta da cortina. Depois da tempestade que minha mente viveu nos últimos dias, o silêncio da casa parece quase ensurdecedor. É como se o mundo ao meu redor estivesse adormecido, mas sei que, em algum canto, Hades continua me observando, mesmo que eu não possa vê-lo.Levanto-me, decidida a explorar o lugar. A casa é enorme, quase um labirinto, cheia de cômodos que carregam histórias invisíveis nas paredes. Preciso conhecer cada canto, entender onde estou e, principalmente, descobrir como sair daqui.Descendo as escadas, encontro a cozinha: ampla, bem iluminada, uma mistura de móveis rústicos e modernos que não combinam com a frieza deste lugar. Lá, está a mulher que trouxe minha comida há alguns dias. Ela corta vegetais em silêncio, mas sei que percebe minha presença.— Oi... qual seu nome? — arrisco, tentando soar amigável.Ela não levanta os olhos. — O patrão me deu ordens para não con
~ Hades (Gael) ~Com a determinação de um predador prestes a atacar sua presa, tiro minha roupa.— Você sabe o que vai acontecer aqui? — digo provocando-a e roço meus lábios nos dela.— Você vai me comer... — diz com a voz tremula.— Sim. Mia Béla.Pego sua mão e faço ela tocar meu pau que já está pulsando e vejo ela morder os lábios.— Alguém pode entrar aqui ou nos ouvir — diz se afastando.A encurralo na parede e tiro o vestido. — Eu não ligo.— Mas você é muito grande e eu.... eu... nunca fiz isso antes vai doer. Você vai me machucar?— Sim, você merece.Meus dedos traçam um caminho por sua pele, aproximo de seus seios e os aperto com força, arrancando um gemido de dor e prazer, ela inclina o corpo em minha direção, em uma expressão de submissão e desejo estampada no rosto.Abocanho seus seios com voracidade e intercalo entre sugadas e mordidas com uma brutalidade que faz ela tentar me empurrar, mas sem sucesso. Esse gesto na verdade alimenta ainda mais minha sede de estar dentro
~ Summer ~ Eu estou acabada. Não por causa da força bruta de Hades, mas pela confusão que ele deixou dentro de mim. Não consigo parar de pensar na festa, no jeito que ele me tocou, no controle que ele exerce sobre mim. O mais doentio disso tudo? Parte de mim gostou. E isso me assusta mais do que qualquer coisa. Se eu não sair daqui logo, sei que vou cair em uma teia da qual não haverá volta. Ele está me enredando, me envolvendo em sua escuridão, e, mesmo sem querer, estou cedendo. Não posso permitir que ele me consuma. Preciso sair. Mas fugir de Gael Martinez não é simples. Não posso apenas correr e esperar que ele me deixe ir. Ele é poderoso, perigoso, e tem olhos em todos os lugares. Se eu quiser sair daqui viva, precisarei ser mais esperta. Se não posso vencê-lo, vou me juntar a ele. É isso. Preciso entrar no jogo. Mostrar submissão, seguir suas ordens, enquanto busco informações que possam me favorecer. P
~ Summer ~Subo correndo para o quarto, o coração disparado e a mente em caos. Meu corpo ainda está em chamas, uma mistura confusa de raiva, medo e algo mais que eu não consigo - ou talvez não queira - nomear. Fecho a porta atrás de mim, trêmula, encostando-me contra ela enquanto tento recuperar o fôlego.Mas é inútil.Cada célula do meu corpo parece gritar pelo toque que tanto odeio admitir que me afeta. Odeio ele, odeio o que ele fez comigo, mas não consigo ignorar a forma como ele me faz sentir. É como se estivesse presa em uma teia que eu mesma ajudei a tecer.Sem pensar, deixo que meus dedos deslizem pela minha pele, tentando dissipar a tensão que me consome. Pego um estimulador clitoriano, que eu escondi no quarto e me deito na cama. Eu sei que é errado pensar em Gael, mas ele me deixou tão excitada e eu preciso de um alívio.À medida que as vibrações ganham vida, eu aumento o ritmo e rebolo contra o brinquedo deixando gemidos suaves escaparem da minha garganta enquanto eu o mov
~ Hades (Gael) ~Te leszel a megváltásom vagy kudarcom "Você será minha salvação ou meu fracasso", esta frase ecoa em minha mente enquanto projeto meu quadril e assisto meu pau entrar e sair da boceta de Summer, tão arrogante, mas ela pediu então que aguente.— Safada, você gosta de uma foda bruta não é mesmo — digo arfando.— Tem carinha de anjo, mas por dentro é uma puta .... Aaah sua safada.Aumento as estocadas e enquanto meu pau fode sua boceta meus dedos fodem o seu cuzinho apertado. Seus gemidos me fazem perder o controle e eu fodo-a a brutalmente como se estivéssemos prestes a morrer.Ela me deixou com uma fome por esta boceta apertada e vai ter que aguentar meu pau grande e grosso a atravessar, maceto forte e vejo ela apertar o lençol da cama e gritar.Gosto de ouvi-la gritar meu nome, ela grita de dor, de prazer ... o fato é que essa vadia gosta.Tiro os dedos de seu cuzinho e lhe dou tapas na bunda enquanto es