3. Seu Dono Mia Béla

~ Summer ~

O silêncio no celeiro é opressor, cortado apenas pelo som dos meus soluços abafados. Minhas mãos estão vermelhas de tanto esmurrar a porta, mas ela não cede. Minhas forças se esvaem, e eu desabo no chão de terra batida, sentindo a humilhação me consumir.

Quanto tempo passou? Minutos? Horas? Não sei. Meu coração acelera ao ouvir passos do lado de fora. A porta range e, de repente, ele está ali — o homem que transformou minha vida em caos num piscar de olhos.

— Quem é você? — minha voz falha, mas eu me forço a encará-lo.

Ele sorri, um sorriso cheio de algo sombrio e predatório.

— Seu dono, Mia Béla.

Me levanto num salto, tentando passar por ele, mas sua mão firme agarra meu braço. Num movimento rápido, ele me j**a ao chão como se eu fosse nada.

— Não me machuque... — imploro, minha voz quase um sussurro, mas ele apenas ri, uma risada baixa e ameaçadora.

Ele se aproxima novamente, e eu sinto o peso de sua presença. Ele me puxa de volta para cima, tão perto que posso sentir seu hálito quente contra minha pele.

— Não posso prometer isso, pequena. — Sua voz é rouca, e antes que eu consiga reagir, seus lábios tocam minha orelha, enviando arrepios de pavor pelo meu corpo.

— Por favor, senhor... — gaguejo, tentando escapar de suas mãos grandes e tatuadas.

— Você é minha. — Ele me segura com força, seus olhos brilhando com algo que eu não quero entender. Sua boca encontra a minha novamente, e sua língua tenta invadir, sem pedir permissão.

Tento resistir, mas ele é forte demais. Meu corpo não me obedece.

— Mia Béla... deliciosa. — Suas palavras são um misto de zombaria e desejo.

Por um instante, quando ele finalmente se afasta, sinto uma mistura de nojo e confusão. Meu coração grita em revolta, mas minha mente está entorpecida.

— Ei! Qual é o seu nome? — grito, minha voz ecoando no celeiro.

Ele para na porta, olha por cima do ombro e sorri novamente.

— Para você .... Demônio.

Fico parada, tentando entender o que acabou de acontecer. Meu pai está morto. Eu estou presa. E agora, esse homem... Quem é ele? Por que fez isso?

O tempo passa devagar. Estou andando de um lado para o outro quando um de seus capangas entra no celeiro, sua presença não menos ameaçadora.

— Não se aproxime! — grito, recuando.

— Anda logo, garota. O senhor Hades pediu para que eu te leve.

— Aonde vamos? Me solte! — minha voz é desesperada, mas ele me ignora.

Com um movimento rápido, ele me venda e amarra minhas mãos para trás. Tento lutar, mas é inútil. Sou levada para um carro e, quando o motor ronca, percebo que estou completamente à mercê deles.

Não sei quanto tempo passamos na estrada. Quando a venda é finalmente retirada, estou diante de uma casa imensa e luxuosa. O lugar é isolado, cercado por uma floresta densa. E lá está ele, parado na porta como se fosse o dono do mundo — e, de alguma forma, do meu destino.

— Hades — murmuro, tentando parecer firme, mas minha voz sai fraca. — Eu quero ir embora.

Ele não responde, apenas me observa com aquele olhar frio e calculista.

— Ei! Alguém me tire daqui! — grito, mas antes que eu possa continuar, ele está atrás de mim, tampando minha boca com uma das mãos.

— Você vai me ouvir agora, Summer. — Sua voz é baixa, mas carregada de ameaça. — Vou dizer isso uma única vez.

Ele me vira para encará-lo, seus olhos fixos nos meus.

— Você me pertence. E agora, eu vou te mostrar quem manda.

— Como você sabe meu nome? — pergunto com a voz trêmula.

Ele me ignora e me arrasta pelo corredor, ignorando meus protestos. Sou empurrada para dentro de um quarto grande e luxuoso. Ele fecha a porta com um estrondo, como se selasse meu destino.

— Ajoelha.

O comando é seco e direto.

— O quê? — murmuro, confusa e aterrorizada.

— Não vou repetir, Summer. Ajoelha.

Sinto meu corpo hesitar, mas o medo me domina. Lentamente, faço o que ele manda, lutando contra as lágrimas que queimam meus olhos.

— Quero que você chupe o meu pau! Meus olhos se arregalam.

— Não, não... — Guaguejo nervosa — Não posso fazer isso.

Vejo ele rir maleficamente e abaixo minha cabeça e ele me puxa pelos cabelos enquanto abre o zíper da calça social e retira o pau de dentro da cueca.

Tento recuar ao ver o tamanho de seu membro tão perto do meu rosto.

— Eu... eu.. acho que não consigo, é muito grande.

— Abra a boca — ordena, puxando meu cabelo forte, como se mostrasse quem manda.

Relutante abro e fecho a boca — Não sei fazer isso.

— Mia Béla... Mia Béla, você está testando minha paciência, se eu ouvir sua voz mais uma vez eu vou te deixar uma semana sem andar com a surra que eu vou te dar.

Sinto as lagrimas escorrerem em meu rosto e abro a boca novamente, ele segura seu pau e passa a cabeça em meus lábios.

— Não use os dentes. Escute bem, vou foder a sua boca .... mas é só o começo comparado ao que eu quero fazer com sua boceta.

Sem esperar minha resposta ele enfia o pau dentro na minha boca, arregalo os olhos e ela levanta minha cabeça indo mais fundo, bem mais fundo, até minha garganta.

— Respire pelo nariz — ordena.

Só obedeço e ele enrola meus cabelos em seu punho e empurra minha cabeça contra seu membro. Mais e mais, aperto sua coxa com força o que faz ele parar e retirar o pau da minha boca.

— Você quer parar? — Balanço a cabeça fazendo que sim, mas ele ri negando.

— Mas, eu não.

Enfia o pau com tanta força na minha boca que eu engasgo e sinto a cabeça de seu membro esfregar em minha garganta. Ele impulsiona minha cabeça e então percebo que ele não vai parar, ele pulsa na minha garganta, quase gozando. Segura meu cabelo com mais força e fecha os olhos gozando na minha boca e se retirando.

— Engole.

O olho em choque e minhas mãos tremem, ele tem um sorriso de satisfação nos lábios e eu tento protestar mas ele me dá um tapa no rosto me desequilibro e caio de cara no chão.

— Engole vádia.

Com o susto eu engulo toda sua porra.

Ele sai do quarto batendo a porta e eu caio no chão chorando e me sentindo um lixo acabo dormindo ali mesmo.

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