Meu coração até mesmo parou de bater quando Mattie saiu da minha frente revelando o dono da voz que me deixou excitada. Levanto do sofá olhando diretamente para seus olhos negros e quase tenho um novo orgasmo. — Mas... O como que?
— Que barulheira é essa logo na nossa primeira madrugada? - Eu conheço essa voz. Olho para o lado rezando para não ser quem eu estou pensando, mas me engano. É realmente Marck Shimith, seus olhos estão tão surpresos quanto os meus, ele logo me encarou dos pés a cabeça colocando uma mão na cintura e me dar um sorriso. Não acredito que estou nua diante de três homens depois de gemer loucuras e gozar no sofá deles. Não acredito mesmo. — Vocês vão ficar olhando ou estão esperando um convite para sumirem? — Eu estou na minha casa - Marck cruzou os braços e eu revirei os olhos virando-me para pegar minhas coisas — Se bem que a Elsie parece está mais à vontade. - Fecho os olhos com força. Do que esse idiota está falando? — Você sabe o nome dela? - Mattie questiona e o vejo se abaixar para me ajudar a procurar o meu vestido que eu não sei onde ele jogou. — Ela mora ao lado, é nossa vizinha, você não sabia? - arregalo meus olhos ao lembrar disso. Eu voltei para casa sem ao menos saber. Eu transei com Mattie no sofá dos meus novos vizinhos e estou nua diante deles. Que merda vão achar de mim? Mattie me entrega o vestido e me ajuda a colocar, levantamos juntos enquanto acho minha bolsa e pego as botas. — Eu não sabia que você morava aqui. - Ele diz, sinto minha bochecha corar e balanço a cabeça, não é culpa dele. Minha voz tinha sumido neste momento eu nem sabia o que falar. — Vamos eu vou levar você. — Não precisa - finalmente saiu, passei por ele desviando do outro na minha frente abri a porta e fechei descendo as escadas correndo e sai do seu jardim, olhei para a rua, estava deserta e graças a Deus meu pai não tinha chegado. Parece que as coisas no hospital estavam agitadas. Quase não consigo achar as chaves da minha porta. E quando entro finalmente encontro Eleonor no meio da escada. Meu coração dispara ao vê-la sentada com um garoto, eles pareciam conversar tão animadamente, seus olhos caem em mim e pelo meu estado e seus olhos se arregalando ela deve achar que fui estuprada na rua. — Elsie... — Está tudo bem. Eu estou bem - sorriu e os vejo descer as escadas e parar para me encarar. — Estou bem, só preciso tomar um banho e dormir. — Mas... Não espero ela falar subo correndo para meu quarto e ao bater a porta me encostei nela. Eu não acredito no que fiz, não com Mattie, o sexo foi bom, mas depois, fui pega nua no sofá dos outros. O que eu vou fazer? Com que cara eu vou olhar para eles? E Mattie? E aquele Marck com seu comentário? Merda, merda! Mil vezes merda! ○●○ Arrasada, é assim que me sinto. Não pela noite que tive com Mattie, não, o sexo foi muito bom. Mas estou arrasada com tudo que me aconteceu após o sexo bom. Ainda não posso acreditar que fiquei diante de dois desconhecidos, completamente nua e fui alvo de olhares muito curiosos e ainda não sei como reagir a cada um deles. Virei na cama olhando para o teto, eu já devia ter levantado e me arrumado para a faculdade, mas com que cara eu vou sair de casa? E se eu ver um deles? O que farei? Puta merda! Eles moram ao lado da minha casa. Eleonor bateu na minha porta e abriu um pouco para me encarar, sentei na cama a vendo entrar e sentar no final dando um sorriso lindo. — Está melhor? Porque ontem pareceu que tinha sido atropelada por um caminhão - Eu sorri e joguei meu cabelo para trás. — Eu não entendi muito bem, mas sabe o vizinho aqui do lado os que se mudaram? - Meu sangue gelou neste momento respirei fundo perdendo minha fala — Acho que o nome dele era Marck, ele deixou isso aqui quando eu voltava da minha corrida - Ela me estendeu uma sacolinha e eu peguei. — Continua correndo sozinha por essas ruas? Eleonor você sabe como está o mundo? Se o papai souber eu não vou defender você. — Não estava sozinha Elsie, eu estava com o Jofrey. — Quem é Jofrey? - Vagamente me lembrei que na noite passada ela estava conversando com um carinha na escada de casa. — É aquele cara que estava aqui ontem? — Sim. Ele é meu amigo da escola, é uma pessoa muito legal. Mora na outra rua e tem carro, vai passar aqui em quinze minutos para irmos para a escola. - Você está interessada nele ou na carona? - Eleonor levantou da cama dando de ombro. - Não tenho palavras para definir você. - Diz à garota que deixou a calcinha na casa dos vizinhos - Ela saiu do quarto fechando a porta e eu olhei para a merda daquele saquinho, olhei o conteúdo de dentro e meu coração apertou. - Mas que merda que eu fiz? - Olhei atentamente para minha calcinha cor de rosa, será que todos viram isso? É uma merda de vida mesmo. Respirei fundo olhando para a janela do meu quarto, andei até a mesma abrindo apenas um pouco da cortina, a janela do quarto ao lado estava aberta e pelo que notei, um dos irmãos conseguiu arrumar o quarto. Não sei qual, afinal, qual o nome do outro que me viu nua da janela? Esse deve ser o maior tarado de todos. Safado!Me arrumei para a faculdade porque embora meu coração esteja acelerado e em desespero eu não posso parar minhas atividades. Desci as escadas depois encontrando o vazio. Graças a Deus eu não preciso explicar o motivo da minha chegada tarde e inesperada de ontem à noite em casa para meu pai. Ele ainda deve estar em seu plantão, aquele hospital tem mais atenção dele do que eu e minha irmã. Abri a porta de casa primeiramente para olhar se tinha movimento na casa ao lado, e como não vi ninguém aproveitei para sair e desci as escadas quase correndo até o ponto de ônibus mais próximo. Tá certo que eu não vou fugir sempre que os vir, mas é melhor que eu fuja até meus pensamentos e a minha vergonha acabar, o que acho que nunca vai acontecer. Dentro do ônibus tenho sorte de encontrar um lugar vazio, tento me distrair pensando nos meus trabalhos e até na festa que deixei de lado. Ah merda, ainda tenho que pensar em Mattie. Nossa relação foi bonita e apesar dele ter feito merda, ele sempre f
- Sua vida parece agitada... Elsie Davis. - Sua voz rouca realmente causa calafrios em toda parte do meu corpo, ainda mais quando é bem ao pé do meu ouvido. Virei para encarar seu rosto de frente e pela primeira vez o vejo de perto. - Sou Jae. - Você já sabe quem eu sou. – Dispensei as apresentações e ele confirmou. - E o que esconde debaixo dessas roupas... - ele me olhou dos pés a cabeça - tão longas. - O que você quer? – Fui direta. - Nada. - Ele sorriu, e que sorriso maravilhoso, arrumou o cabelo para trás jogando charme para todos os lados que podia. - Você e Mattie namoram? - Não. - Mas já namoraram? Isso é notório. - Você gosta de observar as pessoas pelo visto - Jae se encosta na parede me olhando outra vez dos pés a cabeça. – Isso é loucura, não acha? Meio obsceno e safado. - Você conhece bem o significado dessa palavra. – Me provocou. E apesar de eu querer rebater, eu não estou em condições de fazer nada, me sinto exposta e seja lá qualquer argumento que eu
Sai da faculdade com medo de encontrar-me com Jae por isso fui embora rápido. Desci do ônibus na frente de casa e estranhei meu pai ainda está em casa, já passava das duas da tarde e ele sempre vai para o hospital depois de meio dia. Deixei minhas chaves na mesa da cozinha junto à bolsa e sai na varanda chegando à parte de trás e parei no mesmo lugar ao ver aquele homem. Estou cercada de homens bonitos com corpos maravilhosos e que já me viram nua. Ótimo. Virei para ir embora antes de ser notada quando ouço meu pai me chamar. Merda. - Ah Elsie, venha aqui - Sorri voltando a olhar para os homens. Andei até meu pai recebendo um beijo na testa e virei para Marck. Sem camisa, ele me olhava com um sorriso no rosto enquanto limpava as mãos sujas em um pano amarelo. - Essa é a minha filha, Elsie esse é Marck, nosso novo vizinho, está morando ao lado com o irmão mais novo e seu amigo Mattie, se lembra? Meu pai não sabe do meu namoro com Mattie. Sorri para Marck. - Estava saindo par
- Parece que meu sonho não se realizar - ele guardou seu pau dentro das calças e me olhou, viro em sua direção e suas mãos me tocam novamente empurrando para a parede - a gente se ver - ele me beija arrumando ao menos minha camisa e me larga na mesma hora - sua gostosa. - E mordendo meus lábios ele sai da minha casa me deixando. Sinto minhas pernas cederem, mas não caio, me aproximo da mesa tentando respirar o máximo que posso, mas não consigo conter a vontade de voltar a dois minutos atrás, minha vagina formiga e ao ver minha irmã entrar na cozinha com seus olhos grandes tudo que sinto é raiva, raiva porque ter perdido uma foda básica na cozinha com um cara gato cheio de pegada. - Elsie? Você está bem? - Olho para mim mesma e noto está tão bagunçada quanto à noite passada. Ajeito meu cabelo para o lado dando um sorriso. - Você podia ter ido para qualquer outro lugar - Puxo minha calça com o pé junto da calcinha e vejo Eleonor estreitar os olhos enquanto visto tudo de qualquer je
- Não está acontecendo nada. "Ele me chamou para sair apenas isso, mas eu quase transo com o irmão dele, coisa pouca, nada para se preocupar" - Então porque ele mandou eu te entregar isso? - Ela me estendeu um papel - Dei um beijo em Jofrey para entrar e assim que virei quase dou um grito quando o vi parado na minha frente. Por isso Jofrey buzinou para chamar minha atenção, achou que eu estava em perigo. - Abri o papel e dei de cara com seu número. Aquilo só pode ser uma brincadeira bem legal. - Te vejo depois, acho que ele quer conversar com você. Está na hora de arrumar um namorado que preste né? Beijos. Ela passou por mim subindo as escadas e ouvi a porta do quarto bater. Jae Shimith me mandou seu número? Ele quer mesmo conversar comigo? Ele podia ter me dado na faculdade, mas esperou a minha irmã chegar quando também poderia ter vindo pedir ou mandado da janela, escrito no papel não sei, mas precisava envolver a minha irmã nisso? Subi as escadas sem conseguir desgrudar meu ol
- Você é um cretino bem filho da puta, para de falar essas coisas. - Por quê? Não gosta quando falo? Estou fazendo promessas, e se deixar, eu posso cumprir todas elas. Desde que você saiu rebolando daqui na madrugada eu imagino te deitando na cama, bem devagar, levantando essa blusa grande e descobrindo o que esconde, dessa vez eu não apenas olharia como começaria lambendo seus peitos, depois morderia essa cintura fina, e por fim, daria tudo para te fazer gozar apenas com a minha língua. Eu não sei o que me atinge mais, sua voz, ou suas promessas, ou a vontade de ir fazer isso agora. - Não se esconda morena, eu vou te encontrar. - Sua voz, sua puta voz me seduz. Sorriu com sua falta de misericórdia a uma garota como eu, volto a janela procurando por sua presença, mas não o encontro. - Pelo visto a gatinha perdeu a língua, tudo bem não quero mais incomodar. - O que você queria ver debaixo da minha roupa de importante? Você já viu tudo. - Escuto um ruído e depois ele sorrindo. - Vi
- Você realmente é algo inexplicável - Ele diz e sorri, volta a me beijar enquanto rodeia minhas pernas em sua cintura, sinto sua pele na minha e seu pau duro contra minha vagina, seguro seus ombros com força e minhas unhas cravam em sua pele quando ele entra devagar, me preenchendo por inteira, ranjo os dentes o encarando de perto e ele fecha os olhos se apoiando na mesa ao lado do meu rosto. - Puta merda, Elsie, que puta vagina você tem. - Ele diz, sua voz ainda é sedutora e se torna mais intensa ao abaixar para meu ouvido e gemer comigo. Ele começa seus movimentos com lentidão mordendo a minha orelha, agarro seu pescoço procurando sua boca e ele me beija com vontade, sua mão livre desliza por minha coxa subindo mais minha perna e entrando mais fundo, gemo roucamente contra seus lábios ao perceber os movimentos aumentarem. Droga, não acredito que estou trepando na mesa onde eu janto com a minha família. Que se foda. - Me dar mais - Imploro. Estou normalmente FODIDA e com vontade de
- Eu sei que a gente não tem nada, mas não precisava transar com meus amigos. - Eu? - Primeiro que fui eu pedi desculpas por ter trago uma garota na primeira noite, Marck disse que não tinha problemas, o único problema nesta história para ele é a Eleonor que atrapalhou uma grande foda, ele disse e nem tomou café, subiu fumaçando pro seu quarto. - Ri. - Aí Jae começou a ri e disse que estava cansado, e que não ia pra faculdade. - E o que isso tem haver comigo? - Nós três estamos com isso - ele levantou sua camisa e eu quis rir na mesma hora, eu não acredito que estão me descobrindo assim tão fácil por causa das minhas unhas, puta merda - Marck está todo arranhado, brigou profundamente com uma gatinha e Eleonor atrapalhou. Agora ficou difícil para negar. - Olha Mattie, eu e você não temos mais nada, naquela noite o que aconteceu foi apenas sexo, você mesmo disse isso na festa, era para ser divertido e foi muito divertido. Agora eu ficar com os seus amigos não tem nada haver com voc