18- Anne.

Eu fui esquecida naquele maldito fim de mundo. Nem minha mãe, nem meu irmão se importaram em me procurar. Até minha melhor amiga, Clara, que sempre esteve ao meu lado, parecia ter desaparecido da minha vida. O tempo passava de forma dolorosamente lenta, e cada dia se arrastava como uma eternidade. A única coisa que me indicava que o tempo estava avançando era a minha barriga, que crescia a cada semana.

Eu estava grávida, e isso deveria ser um momento de alegria, mas naquele lugar isolado, a realidade era muito diferente. Minha tia ignorava completamente a minha condição. Era como se a gravidez não existisse, como se eu fosse apenas mais uma boca para alimentar e mais um par de mãos para trabalhar na fazenda. À medida que minha barriga crescia, minhas roupas se tornavam apertadas, desconfortáveis, mas ela não demonstrava nenhuma preocupação ou compaixão. Logo, eu fic

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