Capítulo Quatro

Manuela Cardoso

O deus grego gostoso, tirou a camisa mostrando-me os ombros atléticos, um peito robusto e uma cintura cuja musculatura sugeria não se tratar apenas de um ocioso homem de negócios. A penugem salpicava-lhe o tronco e estendia-se até os mamilos, depois espessava á medida que descia para o umbigo até se estender precisamente acima do cós das calças.

Observo-o com desejo a desapertar as calças, que ele deslizou até ao chão juntamente com as cuecas. A ereção ficou, por fim, libertada no meio de um escuro ninho de veludos. Meus olhos arregalaram-se maravilhados perante a impossível curvatura ascendente. Nem meu ex noivo ficam assim por minha causa.

— Poderia alguém duvidar do meu desejo por ti, yineka mou? — ele desliza para a cama e abre as minhas pernas com seus joelhos.

— Não! — sorriu para ele.

— Desejo-te muito — diz ele com uma voz rouca antes de abaixar a cabeça e beijar me nos lábios.

Meu corpo curvou-se para o receber. Tinha passado muito tempo desde a última v
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