Capítulo 54

A frieza de Giulio frente à mulher que dizia amar era irracional e nesse momento Eliza chegou a duvidar dos sentimentos dele pela “sua eterna noiva”. Naquele ínfimo pormenor ficou claro para ela, que ele não amava ninguém a não ser a si mesmo. Giulio Vallone se achava autossuficiente e agia piamente, como se estivesse acima do bem e do mau. No final, o inescrupuloso e o promíscuo era ele: Giulio não valia nada!

Descobrir esse lado maléfico dele a deixou desnorteada e a única coisa que ela queria era poder sair correndo dali; esquecer que um dia teve a infelicidade de cruzar seu caminho com o dele e, principalmente, deletá-lo de uma vez por todas de seus pensamentos.

Mas as coisas não eram tão simples como ela queria acreditar. Estava à mercê dele para sair dali e simplesmente não tinha nenhum manual de como deletar uma pessoa definitivamente da vida da outra e, no caso de Giulio, sempre se corria o risco de ele ficar entulhado na lixeira dos pensamentos, dela, para sempre.

Sem palavra
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