Se você pudesse ler meus pensamentos, entenderia o sorriso no meu rosto todos as vez que olho e vejo a uma criança aprendendo a ler. Te vejo nos próximos capítulos.
Mary, Camille, Catarina e Soffy resolveram ir com os soldados ao vilarejo. Mary seria a Luna do Condado Chancellor ou, como diziam, da alcateia Meia Lua Prateada. Se contassem a ela essa história há alguns meses atrás, jamais acreditaria que era mutante de lobisomem. Que casaria com um Conde lobisomem da raça pura Lycan tão bonito e gostoso, sendo hoje seu noivo Asta. Que seria a Luna de uma alcateia. E que essa alcateia seria os habitantes que cresceram junto a eles e amavam tanto. Que conheceria seus avós e eles seriam tão importantes no mundo dos lobisomens. Pertencente a uma família de lobisomens de raça pura mais antiga da Inglaterra. Que seu avô era um Conde tão importante ou mais que seu noivo, Conde Asta. E que seria herdeira do Condado Versolly. "O mundo gira rápido e a vida acompanha na mesma velocidade", seu pai sempre dizia em seus sermões aos habitantes do vilarejo que frequentavam os cultos. Mary desceu aos túneis para informar ao Conde Asta que iria ao vilarejo co
Onofre, em toda sua vida, foi muitas vezes ao vale do Sol Nascente. Suas lembranças mais bonitas sobre aquele paraíso da natureza foram vividas com seu avô, o Visconde Caio Bartolomeu Cury. Ele é botânico e ensinou a Onofre tudo o que sabia sobre plantas. Um certo dia, seu avô confessou que era apaixonado pela flor melândia branca, porque é a flor que curava qualquer doença que os lobisomens pudessem vir a ter. Ensinou Onofre a extrair a essência da flor e fazer o antídoto para combater o veneno das flores casmira negras. Ambas nasciam em locais diferentes, geograficamente os locais do nascimento da flor melândia branca ficavam no sul. E nascia no norte a casmira negra, a flor letal para qualquer lobisomem. O engraçado é que na natureza uma flor dava a vida e outra flor provocava a morte aos lobisomens de qualquer raça. Olhou o vale de cima de uma rocha bem alta e avistou uma constelação de flores melânicas brancas, sorriu, a procura terminou e apontou ao Capitão dos soldados Emilio Lu
A chegada de tantas pessoas ao vilarejo assustou os habitantes. Assim que Mary viu os habitantes fechando suas portas e janelas, percebeu que seria difícil fazerem seus trabalhos se não confiassem em todos eles. Falou com o dono do único restaurante, o senhor Mateus, o que precisava. E ele se dirigiu ao sino que chama todos os habitantes quando algo sério acontecia. O sino tocou durante meia hora. E os habitantes foram se aglomerando em volta, com o Conde Asta segurando a mão de Mary, sua avó altiva do lado de Mary. Camille e Soffy foram para a loja da Dona Aurora providenciar os produtos da lista de Robert. ___Menina Camille, seja bem-vinda. Dona Aurora cumprimentou. ___Dona Aurora, que bom revê-la. Camille retribuiu ao cumprimento. ___Esta é Soffy. Camille as apresentou. ___Esta é a lista que queremos que embrulhe tudo em um único pacote. O que não sei são os números das roupas dos jovens meliantes, mas todos são altos e muito magros. Como a senhora deve conhecê-los, poderá saber
O Conde estava cansado, nos últimos dias, depois que conheceu Mary, muitas coisas aconteceram. Incluído descobrir o grande amor que sentia por Mary e pelas mãos dela receber de presente as Runas dos Lobisomens. E, pensando em sua amada, ele sentiu uma saudade tão grande de Mary. Queria estar com ela sozinho e em paz, sem se preocupar em dar satisfação de seus atos. Mas achava que estava longe de ter momentos de paz e ficar sozinho com Mary. Após o jantar com todos estavam muito felizes por terem uma pausa. Vão poder descansar. Os funcionários foram finalmente para casa. Ficaria apenas uma das médicas, uma enfermeira e o curandeiro do vilarejo cuidando dos jovens doentes. A condessa Catarina se recolheu, e Dirceu e o seu tio Túlio também. Mary, ele não viu, mas estava cansado e com muita saudade de Mary. Era estranho, ele passou o dia inteiro com ela e queria passar mais tempo. Será que todos que amam ficam assim? Só de pensar em sua pele macia grudada em seu corpo nu, ele se arrepiav
O Conde Asta acordou se sentindo revigorado, olhou de lado e uma linda loba estava com seus cabelos dourados esparramados por seus ombros largos e sua cabeça repousava deliciosamente em seu tórax com uma de suas mãos bem em cima de seu pau. Suspirou quando Mary dormia, ela deitava literalmente em cima dele, era gostoso sentir sua pele na dele. Mas ela às vezes o deixava em enrascada, sem querer, como agora com aquela visão dela toda nua. Por mais que colocasse cobertas em cima dela, as cobertas escorregavam, revelando aquelas curvas deliciosas, sua bundinha arrebitada e seus seios comprimidos em seu tórax, que delícia. Ele não cansava de gostar dessa situação toda, era prazeroso vê-la e tê-la tão junto a ele. Ela mexeu, eu gemi com prazer, o roçar de sua pele na minha pele me excitou. Mexeu mais uma vez e se espreguiçou, abrindo seus braços e arrebitando mais a bundinha, abriu os olhos, revelando satisfação e sorriu. ___Bom dia, meu amor. Mary percebeu que estava com uma das mãos em
Todos se encontram no solário para o café da manhã. Mary estava radiante, muito feliz e recebeu muitos elogios de todos. Mary sabia que o responsável por toda a sua felicidade e por ela estar radiante era seu grande e único amor, Asta. Ela olhou com amor e ele retribuiu. Esse gesto não passou despercebido entre os presentes, que, felizes por ver que o casal se amava, sorriram, torcendo pela felicidade deles. ___Tia Mary, tia Mary, eu também vou. Uma linda garotinha de cabelos loiros e olhos azuis como os de seu tio Asta. Entrou toda feliz, correu e pulou nos braços de Mary, que se desequilibrou e não caiu porque Asta as amparou. E a linda Jully recebeu um abraço duplo de Mary e Asta, que gargalharam com a felicidade estampada em seus olhos. ___Cuidado, July. Camille gritou, vendo que seu irmão antecipou o desastre, e sorriu. ___Lucca correu e abraçou a perna de Asta, que afagou sua cabeça sorrindo. Esquecendo um pouco Mary e Asta, as duas crianças foram cumprimentar o vovô Túlio
Mary e todos ouviram um uivo feroz que tremeu todo o Vilarejo, como se estivesse sentindo muita dor. Disparou correndo rumo à sede onde os anciões ficavam. Que agora ela sabia ser a sede da Matilha Meia Lua Prateada. Ao chegar, estava sem fôlego e seu Asta estava sentado em um trono imponente e furioso. Mary entrou e foi direto até Asta para saber o que estava acontecendo com ele. Asta levantou-se assim que viu Mary correr até ele e a abraçou. ___O que houve, por que tanta fúria? Mary perguntou. ___Deixa eu ver uma coisa em você, Mary. Não esperou a resposta e foi para trás das costas de Mary e olhou atrás da orelha direita dela. ___Maldição. Duas vozes juntas falaram em uníssono, assustando Mary, que sentiu a fúria dos lobisomens que amava. Mas ele a abraçou com força. Nesse momento, Camille e as crianças, Visconde Túlio e sua avó Catarina, entram na sede atrás de Mary. ___O que está acontecendo? A Condessa Catarina pergunta com voz firme. Asta se vira, encara a todos e, n
Ao chegar à Mansão, Mary estava sem palavras. Ela não era humana, era realmente um lobisomem e não sabia nada da cultura de sua raça e ainda amava um lobisomem. Desceu da carruagem, automaticamente passou por várias pessoas e foi direto para seu quarto. Precisava ficar sozinha para assimilar tudo. Sua avó, Catarina, a seguiu e cumprimentou a todos com gestos de cabeça. ___Acalme-se, Mary. Tudo ficará bem. Mari não respondeu e continuou a andar sem se importar com quem passava. Ela precisava de um refúgio. Entrou no quarto e fechou a porta, não importando se sua avó estava atrás dela. A Condessa Catarina ficou chocada, Mary estava fora de si. Talvez, deixando-a sozinha, Mary ficasse melhor. Viria vê-la mais tarde. Mary entrou no quarto depois de dispensar abertamente sua avó Catarina, foi para a passagem secreta e entrou no corredor, indo parar no quarto em que ela se tornou mulher. Não queria ver e falar com ninguém. Foi para o luxuoso banheiro, abriu a torneira, colocou as espu