Ele divide o seu tempo. Caminha despertando sabedoria, é parceiro da alegria de tantos. Abre portas de um novo amanhã, questiona a vida e desperta uma realidade. Nas fórmulas de raciocínios e regras. O próximo capítulo te espera ao virar a página.
O Conde estava cansado, nos últimos dias, depois que conheceu Mary, muitas coisas aconteceram. Incluído descobrir o grande amor que sentia por Mary e pelas mãos dela receber de presente as Runas dos Lobisomens. E, pensando em sua amada, ele sentiu uma saudade tão grande de Mary. Queria estar com ela sozinho e em paz, sem se preocupar em dar satisfação de seus atos. Mas achava que estava longe de ter momentos de paz e ficar sozinho com Mary. Após o jantar com todos estavam muito felizes por terem uma pausa. Vão poder descansar. Os funcionários foram finalmente para casa. Ficaria apenas uma das médicas, uma enfermeira e o curandeiro do vilarejo cuidando dos jovens doentes. A condessa Catarina se recolheu, e Dirceu e o seu tio Túlio também. Mary, ele não viu, mas estava cansado e com muita saudade de Mary. Era estranho, ele passou o dia inteiro com ela e queria passar mais tempo. Será que todos que amam ficam assim? Só de pensar em sua pele macia grudada em seu corpo nu, ele se arrepiav
O Conde Asta acordou se sentindo revigorado, olhou de lado e uma linda loba estava com seus cabelos dourados esparramados por seus ombros largos e sua cabeça repousava deliciosamente em seu tórax com uma de suas mãos bem em cima de seu pau. Suspirou quando Mary dormia, ela deitava literalmente em cima dele, era gostoso sentir sua pele na dele. Mas ela às vezes o deixava em enrascada, sem querer, como agora com aquela visão dela toda nua. Por mais que colocasse cobertas em cima dela, as cobertas escorregavam, revelando aquelas curvas deliciosas, sua bundinha arrebitada e seus seios comprimidos em seu tórax, que delícia. Ele não cansava de gostar dessa situação toda, era prazeroso vê-la e tê-la tão junto a ele. Ela mexeu, eu gemi com prazer, o roçar de sua pele na minha pele me excitou. Mexeu mais uma vez e se espreguiçou, abrindo seus braços e arrebitando mais a bundinha, abriu os olhos, revelando satisfação e sorriu. ___Bom dia, meu amor. Mary percebeu que estava com uma das mãos em
Todos se encontram no solário para o café da manhã. Mary estava radiante, muito feliz e recebeu muitos elogios de todos. Mary sabia que o responsável por toda a sua felicidade e por ela estar radiante era seu grande e único amor, Asta. Ela olhou com amor e ele retribuiu. Esse gesto não passou despercebido entre os presentes, que, felizes por ver que o casal se amava, sorriram, torcendo pela felicidade deles. ___Tia Mary, tia Mary, eu também vou. Uma linda garotinha de cabelos loiros e olhos azuis como os de seu tio Asta. Entrou toda feliz, correu e pulou nos braços de Mary, que se desequilibrou e não caiu porque Asta as amparou. E a linda Jully recebeu um abraço duplo de Mary e Asta, que gargalharam com a felicidade estampada em seus olhos. ___Cuidado, July. Camille gritou, vendo que seu irmão antecipou o desastre, e sorriu. ___Lucca correu e abraçou a perna de Asta, que afagou sua cabeça sorrindo. Esquecendo um pouco Mary e Asta, as duas crianças foram cumprimentar o vovô Túlio
Mary e todos ouviram um uivo feroz que tremeu todo o Vilarejo, como se estivesse sentindo muita dor. Disparou correndo rumo à sede onde os anciões ficavam. Que agora ela sabia ser a sede da Matilha Meia Lua Prateada. Ao chegar, estava sem fôlego e seu Asta estava sentado em um trono imponente e furioso. Mary entrou e foi direto até Asta para saber o que estava acontecendo com ele. Asta levantou-se assim que viu Mary correr até ele e a abraçou. ___O que houve, por que tanta fúria? Mary perguntou. ___Deixa eu ver uma coisa em você, Mary. Não esperou a resposta e foi para trás das costas de Mary e olhou atrás da orelha direita dela. ___Maldição. Duas vozes juntas falaram em uníssono, assustando Mary, que sentiu a fúria dos lobisomens que amava. Mas ele a abraçou com força. Nesse momento, Camille e as crianças, Visconde Túlio e sua avó Catarina, entram na sede atrás de Mary. ___O que está acontecendo? A Condessa Catarina pergunta com voz firme. Asta se vira, encara a todos e, n
Ao chegar à Mansão, Mary estava sem palavras. Ela não era humana, era realmente um lobisomem e não sabia nada da cultura de sua raça e ainda amava um lobisomem. Desceu da carruagem, automaticamente passou por várias pessoas e foi direto para seu quarto. Precisava ficar sozinha para assimilar tudo. Sua avó, Catarina, a seguiu e cumprimentou a todos com gestos de cabeça. ___Acalme-se, Mary. Tudo ficará bem. Mari não respondeu e continuou a andar sem se importar com quem passava. Ela precisava de um refúgio. Entrou no quarto e fechou a porta, não importando se sua avó estava atrás dela. A Condessa Catarina ficou chocada, Mary estava fora de si. Talvez, deixando-a sozinha, Mary ficasse melhor. Viria vê-la mais tarde. Mary entrou no quarto depois de dispensar abertamente sua avó Catarina, foi para a passagem secreta e entrou no corredor, indo parar no quarto em que ela se tornou mulher. Não queria ver e falar com ninguém. Foi para o luxuoso banheiro, abriu a torneira, colocou as espu
O Conde cumprimentou Onofre, Visconde Caio e o Capitão Emílio Lutero, e este deu uma ordem pelo link mental entre os lobisomens para que vá inteirar-se das novidades e acompanhar o interrogatório dos prisioneiros. ___Que bom vê-los. Precisamos conversar, Onofre, é uma emergência. Me siga ao quarto secreto. ___Estamos com muitos problemas a serem resolvidos no Condado. Conde, após Onofre, a par dos últimos acontecimentos e de tudo que teriam de enfrentar, o mais urgente seria a construção do hospital. ___Use a igreja e a casa paroquial e monte um hospital provisório. Onofre falou. ___ Tem a estimativa de quantos habitantes tem no Condado todo. Porque percebi que muitos habitantes moram longe do vilarejo. Precisa saber quem são todos. Onofre disse. ___Terá que trazer o exército da ilha do desespero para cá e se preparar, sabe que esse envenenamento não é um simples fato isolado. Onofre o aconselhou. ___Precisa montar um local para treinamento desses jovens que terei que operar, sabe
Conde Pedro chegou à Mansão com muitos soldados. E muitas carroças de transporte de mercadorias. Mandou os soldados levarem todas as mercadorias para o solário, onde achou que encontraria todos, mas o solário estava vazio. Avistou o Visconde Caio e Ofélia que tomavam no jardim um chá. E foi ao encontro deles. ___Bom dia. Onde estão todos? O Conde perguntou, achando estranho não encontrar mais ninguém na Mansão. ___A condessa e Mary estão na biblioteca estudando junto com Dirceu e as crianças July e Lucca. Ofélia falou. ___O Conde está no escritório, junto com Onofre e o Visconde Túlio, preparando documentos para enviar a Londres. Ofélia completou. ___Ofélia, por gentileza, me ajude com todas as mercadorias que os soldados trouxeram agora para o solário. Eu vou até o escritório falar com o Conde Asta. O Conde Pedro falou. ___ A maioria das mercadorias é para minha neta, Mary. Os baús vermelhos e dourados são o dote de Mary para o Conde Asta. E todos os pacotes têm nomes neles. Você
O Condado nunca recebeu tantos visitantes de uma única vez. Os habitantes ficaram sabendo que todos os nobres que compunham o Conselho dos Nobres estariam na transição do Condado para aceitar o Conde Asta como Alfa da alcateia Meia Lua Prateada. E também ficaram sabendo que seu futuro Alfa era na verdade o Príncipe herdeiro, filho do Alfa supremo, o Rei dos Lobisomens Adolfo Clancellor. Todos tinham expectativas de um futuro melhor, desde que o conde Asta veio para o vilarejo. O Conde resolveu, dia a dia, os problemas que assolam o condado. Mandou prender os bandidos que estavam maltratando os habitantes. Recentemente chegou ao condado um exército de soldados, todos com aparência de bem treinados e muito bem armados, e disseram que vieram para ficar. Os nobres também vieram com uma escolta enorme. E foi o conde Asta quem descobriu o envenenamento da população através do chá vendido por um caixeiro viajante que estava preso. E descobriu qual era o veneno, a flor casmira negra, que causa