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Todos se encontraram em frente à casa de Onofre, os demais já estavam na Mansão incluindo as crianças. O Conde Pedro também se ofereceu para ir, era um Alfa com imenso poder e o Alfa falso não teria como vencê-lo. ___Não preciso resolver isso sozinho e ele não tem chance mesmo. Fique e cuide da proteção da mansão. Dividiremos a responsabilidade, é melhor. ___Trouxe as plantas. Fizeram pesquisa deste local. O Conde perguntou. ___Sim, Robert falou, a caverna dos ventos uivantes fica aqui. Robert apontou. ___Quantos homens são necessários para ir ao local e libertar os habitantes ameaçados? O Conde perguntou. ___Os funcionários todos têm treinamento de combate, são suficientes. Robert falou. ___Essa não é a obrigação de vocês. Mas quero voluntários para seguir com Robert e libertar os habitantes locais. O Conde pediu. Todos se voluntariaram. ___ Agradeço a todos. O Conde felicitou pela solidariedade. ___Devo informá-los de que muitos dos habitantes que Robert está indo libertar sã
O Conde voltou para a Mansão e foi verificar se todos estavam bem. Cumprimentou as esposas de seus funcionários da Construtora e de seus soldados, uma por uma. E elas o apresentavam às crianças que ainda não conheciam, davam e recebiam atenção. Muitas mulheres o cumprimentavam pelo noivado, uma vez que na festa não tiveram essa oportunidade por algum contratempo com seus filhos, e sempre elogiando a beleza de Mary, o Conde agradecia educadamente. As mulheres de seus funcionários estavam se preparando para voltarem a suas casas. Uma vez que todo desagradável ocorrido havia sido resolvido. O Conde Pedro veio cumprimentá-lo por sua sensatez em ter resolvido tudo sem derramar uma gota sequer de sangue, a não ser de Greg, a quem ele quebrou, sem dó, alguns de seus ossos. Mas o Conde Asta não terminou, ele iria aplicar um corretivo nesses arruaceiros, aprenderiam a respeitá-lo, por bem ou por mal. O Conde ainda tinha uma preocupação: Robert não retornou, estava vindo pelos túneis. E muitos d
Mary caiu na gargalhada e o Conde a acompanhou. Sua gargalhada era muito gostosa. E ela estava muito mais linda que antes. Todos os dias, ela parecia ficar mais linda que no dia anterior. Ele a puxou e a beijou, e Mary fugiu dele, indo para o banheiro correndo. Ele acompanhou com os olhos aquela bundinha redonda gostosa se afastando dele correndo e Mary ria. Resolveu não ir atrás, mesmo querendo muito, porque caso contrário, todos descobririam que eles estavam em plena lua de mel. Mary e ele tinham que comparecer ao solário o mais rápido possível. Mary se arrumou, com o Conde a olhando com desejo, mas quieto em sua poltrona. Ele parecia apreciar ver ela se arrumar. Ao terminar, Mary estava linda e era assim que ela se sentia, desejada pelo seu amado e iria recompensá-lo logo mais. Mas ambos tinham responsabilidade e teriam que ir ver os demais, que com certeza vão querer saber por que Mary não estava com os demais quando o ataque ocorreu. Um simples comparecimento de Mary evitaria t
Após o almoço, o Conde Pedro e Mary foram com o Conde Asta aos túneis abaixo da mansão. Porque Mary queria falar com os ex-alunos de sua mãe, Laury Tiley. Sua mãe, Laury, compadecida porque muitas crianças do povoado não tinham mãe, ensinava de graça às crianças na Casa Paroquial e todos eles estudavam junto com Mary, tanto que ela os conhecia bem. Uma vez que a escola estava em péssimo estado de conservação. Mary deparou-se com Robert, que tinha acabado de chegar com 10 jovens muito doentes, e comunicou que era bom todos voltarem porque poderia ser contagioso. Os jovens, conforme andavam, ficavam doentes e tinham que parar a todo momento, e por isso demoraram tanto a voltar, mesmo com os reforços dos soldados que foram ajudar. Até descobrir qual doença, era melhor todos ficarem longe, até mesmo deles que tinham tido contato com os jovens. ___ Quais são os sintomas, Robert? Mary perguntou. ___ Febre muito alta, estão tossindo muito e mal conseguem andar. Robert respondeu. ___ São
Mary, Camille, Catarina e Soffy resolveram ir com os soldados ao vilarejo. Mary seria a Luna do Condado Chancellor ou, como diziam, da alcateia Meia Lua Prateada. Se contassem a ela essa história há alguns meses atrás, jamais acreditaria que era mutante de lobisomem. Que casaria com um Conde lobisomem da raça pura Lycan tão bonito e gostoso, sendo hoje seu noivo Asta. Que seria a Luna de uma alcateia. E que essa alcateia seria os habitantes que cresceram junto a eles e amavam tanto. Que conheceria seus avós e eles seriam tão importantes no mundo dos lobisomens. Pertencente a uma família de lobisomens de raça pura mais antiga da Inglaterra. Que seu avô era um Conde tão importante ou mais que seu noivo, Conde Asta. E que seria herdeira do Condado Versolly. "O mundo gira rápido e a vida acompanha na mesma velocidade", seu pai sempre dizia em seus sermões aos habitantes do vilarejo que frequentavam os cultos. Mary desceu aos túneis para informar ao Conde Asta que iria ao vilarejo co
Onofre, em toda sua vida, foi muitas vezes ao vale do Sol Nascente. Suas lembranças mais bonitas sobre aquele paraíso da natureza foram vividas com seu avô, o Visconde Caio Bartolomeu Cury. Ele é botânico e ensinou a Onofre tudo o que sabia sobre plantas. Um certo dia, seu avô confessou que era apaixonado pela flor melândia branca, porque é a flor que curava qualquer doença que os lobisomens pudessem vir a ter. Ensinou Onofre a extrair a essência da flor e fazer o antídoto para combater o veneno das flores casmira negras. Ambas nasciam em locais diferentes, geograficamente os locais do nascimento da flor melândia branca ficavam no sul. E nascia no norte a casmira negra, a flor letal para qualquer lobisomem. O engraçado é que na natureza uma flor dava a vida e outra flor provocava a morte aos lobisomens de qualquer raça. Olhou o vale de cima de uma rocha bem alta e avistou uma constelação de flores melânicas brancas, sorriu, a procura terminou e apontou ao Capitão dos soldados Emilio Lu
A chegada de tantas pessoas ao vilarejo assustou os habitantes. Assim que Mary viu os habitantes fechando suas portas e janelas, percebeu que seria difícil fazerem seus trabalhos se não confiassem em todos eles. Falou com o dono do único restaurante, o senhor Mateus, o que precisava. E ele se dirigiu ao sino que chama todos os habitantes quando algo sério acontecia. O sino tocou durante meia hora. E os habitantes foram se aglomerando em volta, com o Conde Asta segurando a mão de Mary, sua avó altiva do lado de Mary. Camille e Soffy foram para a loja da Dona Aurora providenciar os produtos da lista de Robert. ___Menina Camille, seja bem-vinda. Dona Aurora cumprimentou. ___Dona Aurora, que bom revê-la. Camille retribuiu ao cumprimento. ___Esta é Soffy. Camille as apresentou. ___Esta é a lista que queremos que embrulhe tudo em um único pacote. O que não sei são os números das roupas dos jovens meliantes, mas todos são altos e muito magros. Como a senhora deve conhecê-los, poderá saber
O Conde estava cansado, nos últimos dias, depois que conheceu Mary, muitas coisas aconteceram. Incluído descobrir o grande amor que sentia por Mary e pelas mãos dela receber de presente as Runas dos Lobisomens. E, pensando em sua amada, ele sentiu uma saudade tão grande de Mary. Queria estar com ela sozinho e em paz, sem se preocupar em dar satisfação de seus atos. Mas achava que estava longe de ter momentos de paz e ficar sozinho com Mary. Após o jantar com todos estavam muito felizes por terem uma pausa. Vão poder descansar. Os funcionários foram finalmente para casa. Ficaria apenas uma das médicas, uma enfermeira e o curandeiro do vilarejo cuidando dos jovens doentes. A condessa Catarina se recolheu, e Dirceu e o seu tio Túlio também. Mary, ele não viu, mas estava cansado e com muita saudade de Mary. Era estranho, ele passou o dia inteiro com ela e queria passar mais tempo. Será que todos que amam ficam assim? Só de pensar em sua pele macia grudada em seu corpo nu, ele se arrepiav