38. A sós, primeira parte

Johnny delicadamente passa mais uma camada de pomada na pele machucada de Emanuele. A menina estremece levemente quando a ponta dos dedos do rapaz encostam nos ferimentos.

Ele pede desculpas e tenta suavizar o impacto do contato, mas não há muito o que fazer. Os cortes vão doer por pelo menos alguns dias antes de fechar, e comparado à dor do nariz quebrado, aquilo não era nada.

Quando a moça ia começar o relato de sua vida, o atencioso rapaz a interrompeu e decidiu que seria melhor ela fazer uso dos remédios, incluindo a pomada. Agora, por exemplo, a ex-ruiva engolia um analgésico.

Depois que todo o procedimento acabou, a menina fechou os olhos e voltou a se deitar ao lado de Johnny. Era a primeira vez que falaria tudo, ao menos resumidamente, sobre como era conviver com o monstro que um dia chamou de mãe.

Emanuele começa falando sobre o pai. Ela jamais o conheceu, mas sabia que ele ainda estava vivo em algum lugar. Essa conclusão foi fruto de uma pequena investigação na internet, hi
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