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DAVINA

Eu sinto os olhos em nós enquanto descemos as escadas, os passos de Gutemberg firmes ao meu lado, os nossos dedos entrelaçados com naturalidade. O calor da sua mão na minha me dá uma sensação de segurança, embora eu saiba que, por mais que o toque dele seja suave, o que está por vir não será fácil. Cada degrau que descemos ecoa dentro de mim, cada movimento meu parece mais pesado que o anterior. Mas o que me surpreende é a calma dele. Como se ele soubesse exatamente o que fazer. Como se, de alguma forma, ele já tivesse aceitado o risco e soubesse que a batalha que se aproxima não é mais sobre escolha. É sobre obrigação.

Chegamos ao fim das escadas e, ao olhar para a sala, vejo todos esperando. Timmy, com a expressão cerrada e os punhos provavelmente apertados. Aaron, sempre com olhar de cálculo, examinando tudo com a frieza de quem já está pensando no próximo movimento. E Meia-noite, que observa todos com a autoridade de quem já viu e fez de tudo. Nada está fora de lugar, e, po
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