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A encaro duramente, trincando o meu maxilar rigidamente no processo.

Se esse for o preço que terei que pagar pelos meus fracassos, que seja! Penso determinado.

— Nesse caso, cuide bem dele para mim.

— Não! Não! Murat, pare por favor! — Sila grita quando desço as escadas apressado e entro no meu carro. Suspenso do chão e fora de mim dirijo feito um louco direto para a cabana, e quando estaciono, tiro o meu revólver de dentro do porta-luvas, seguro o caderno e sigo para a entrada da cabana.

— Senhor Arslan! — Meu segurança me cumprimenta na entrada.

— Não quero ser interrompido, Cemil! — rosno seco, entrando na cabana em seguida e vou direto para o porão. Tiro a chave do meu bolso e quando me aproximo, destravo a porta, entrando logo em seguida. Os meus olhos demoram um pouco para se adaptar a escuridão do lugar, mas logo ela se me

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