Marionetes

Com sua costumeira empolgação, Júlio entrou sem bater na sala de Rodrigo, largou-se na cadeira em frente ao amigo e questionou bem humorado:

— Como está seu primeiro mês sem a coisa ruim por perto?

Erguendo os olhos castanhos dos papéis que examinava, Rodrigo encarou o sócio sem muito interesse.

— Falta serviço na sua sala? Tenho o suficiente para nós dois se precisar — disse, balançando os documentos em suas mãos.

— Ranzinza como sempre — Júlio comentou com um falso biquinho de ressentimento. — Só vim comemorar o ar puro da empresa desde que Karen foi embora. Inspire fundo e sinta isso Rodrigo. — Respirou fundo e adornou a boca com um sorriso brilhante. — É maravilhoso!

— Júlio, tenho uma pilha de documentos para revisar e nenhum tempo pra perder com bobagens — retrucou, voltando a atenção para os documentos em suas mãos.

— Ok. Entendi que está super ocupado, mas já é hora de almoço, a melhor hora do dia — Júlio informou e, ao não obter reação do sócio, insistente, puxou os documento
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