Acordo negado
Passei o caminho toda de cara fechada, e, devo admitir, até eu me incomodava com meu próprio comportamento. Como uma criança mimada, não queria parecer assim. Eu odiava a ideia de parecer infantil na frente dele, mas, honestamente, não estava ajudando. E William, claro, não seguiria nenhuma regra que eu tivesse estabelecido. Era tão óbvio quanto o ar que eu respirava: ele vivia pelas próprias regras, e quando via barreiras, sua diversão era derrubá-las. Como pude ser tão tola ao achar que ele mudaria por mim? Que me respeitaria de verdade?

Esse era apenas mais um lembrete incômodo de que ele jamais mudaria. Que eu carregaria essa dor de cabeça até o momento em que tivesse coragem de dizer a verdade para todos. Mas agora não era o momento. Não me sentia pronta, nem confortável. E talvez nunca me sentiria. Pior do que isso era o pensamento que surgia toda vez que ele estava por perto. A constatação, ainda mais irritante, de que, no fundo, eu gostava. Era uma tortura admitir, mas havia al
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