61- Filha?

Guilherme narrando :

Continuação :

Eu dirigi até o endereço que o Medeiros me enviou, e conforme fui me aproximando, o cenário ao meu redor começou a mudar. As ruas ficavam mais estreitas, os prédios mais simples, e as calçadas tinham mais gente andando, crianças brincando, vendedores ambulantes chamando os clientes. Um bairro humilde, completamente diferente do que eu imaginava para o homem arrogante que um dia se achava dono do mundo.

Encostei o carro na rua indicada e observei ao redor. Nunca imaginei que aquele desgraçado acabaria aqui. A última vez que falei com ele, ele esbanjava dinheiro, poder, falava como se fosse intocável. Agora, parecia que a vida tinha cobrado o seu preço.

Desci do carro, ajeitei o relógio no pulso e caminhei até a casa que o Medeiros me indicou. Era uma casa simples, com um portão de ferro enferrujado e uma pintura descascando. Bati na porta, firme. Esperei alguns segundos até ouvir passos arrastados vindo de dentro.

A porta se abriu devagar, e eu dei de
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