CAPÍTULO TRINTA E NOVE

A GAROTA NO PONTO DE ÔNIBUS.

O mundo era escuro e cheio de terror noturno. Quando olhava para baixo, onde toda a cidade residia tão pequena sob seus pés, ele sentia-se novo outra vez. Como se não houvesse passado tanto tempo preso dentro de uma casca viva parcialmente. Como se fosse liberto pelo desejo. Mesmo tão de longe ele conseguia farejar o odor de homem, o cheiro tênue de chá vermelho e a lavanda. Era sempre lavanda, como sendo mundo fosse um banheiro de bar.

Estava cansado. Sentia o peso sobre as pernas, mas mesmo assim o arrastou até onde pôde, sua força estava esvaindo e a fome começava a surgir em um salivar incomum. Diante da presa, ele rasgou parte de sua carne, sentiu o gosto metálico, porém frio, a carne estava apodrecendo sobre seus dentes e o gosto era terrível, mas ainda sim, empurrou tudo para dentro. Não havia uma boa colheita em ano

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