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CAPÍTULO QUARENTA E DOIS

MAGNUS.

Em algumas ocasiões ele sentia como se tivesse falecido há algum tempo e que tudo que estava vivendo era um tipo de castigo divino por todos seus pecados. Como poderia ser merecedor de toda graça do mundo quando mantinha tantos desejos mundanos?

Parte de si sempre soube que havia algo de errado. Tudo havia começado com uma pequena morte em um pequeno quarto de cirurgia onde ninguém pôde salvá-la. Era apenas uma garotinha assustada, desarmada de qualquer maldade. Esteve preparada para aquilo, apesar de tudo.

— Você não viverá muito se não o fizer — ele havia lhe dito naquela manhã e Magnus estava a observando de longe, vendo seus olhos de lontra paralisados, sem qualquer menção de emoção. Ele a invejou por muito tempo. Como poderia ter todo o peso da doença e ainda sim não sentir nada? Não chorar?

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