O Conde convidou todos os visitantes para ficarem na Mansão e agradeceu a vinda de todos. Foram almoçar e a conversa foi proveitosa para o conde. Ele descobriu que seu novo avô tinha um título de nobreza mais antigo da Inglaterra, era o Conde Pedro Versolly e Alfa da alcateia Versolly Lunar. É dono do Cartório de Registro de Nobres, onde ele teria que pedir autorização para casar com Mary. Conversando com ele, conseguiu que o Conde Pedro desse entrada nos documentos em sigilo para que a empresa não o localizasse. O paradeiro do Conde Asta entendeu a situação de seu futuro neto. E prometeu entregar toda a documentação em uma semana. O Conde Asta também prometeu que seu segundo filho homem herdaria o título de nobreza do bisavô, por ele não ter mais herdeiros além de sua neta Mary. Caso não tivessem filhos, o Conde seria o herdeiro de sua alcateia, de seu título e de toda sua fortuna. Mary ouviu toda a conversa de seu avô com seu amado Asta e ficou chocada ao saber que seus avós eram no
Mary era a mais feliz das mulheres da Mansão . Iria comemorar seu noivado com o Conde Asta em sua primeira festa que foi na vida. Seus pais nunca a deixaram ir a festas, cresceu sem saber como é ter muitas pessoas reunidas juntas, festejando e felizes. Ganhou do Conde um sonho de tiara e iria usar. Escolheu um vestido com o corpete todo branco e a saia branca tinha bordados com flores vermelhas com alguns ramos verdes. Suas mangas eram lindas, tinham pequenas flores vermelhas distribuídas por toda a sua extensão. Era maravilhoso e fazia parte do enxoval que sua mãe mandou Dona Estefane fazer. Ao colocar o conjunto de joias de esmeralda que ganhou de Asta e pentear o cabelo, prendendo-os colocou a tiara, sentiu-se uma princesa e seu príncipe era o Asta, o Lobisomem que eu amo. Mary se preparou para descer, mas encontrou um conde com um fraque preto tão elegantemente vestido em sua porta do quarto que foi difícil não lembrar o primeiro beijo que ele deu nela e de suas pernas bambas. Com
O Conde Asta acordou depois de uma noite maravilhosa com sua amada, olhou-a dormindo, era sem dúvida a mulher mais linda de toda Inglaterra. Mary era natural. O Conde não se cansava de surpreender-se com como Mary se entregava a ele abertamente, sem reserva ou fingimento, era verdadeira. E o amava de verdade, um amor puro, sem reservas. Não se lembrava de sentir-se tão realizado e satisfeito consigo mesmo por satisfazê-la plenamente e ela a ele. Estava totalmente satisfeita depois de ter feito amor com Mary por horas. Mary se mexeu e colocou aquela perna torneada novamente em cima de seu pau. Seu lobo uivou: "O gostosa, não faz isso quando estou lembrando o quanto foi gostoso e satisfatório durante essa noite passada." Seu pau se manifestou, mas não conseguiu escapar do peso da perna de Mary, ele ficou preso embaixo. Fiquei a imaginar o que vai acontecer quando ela acordar. Mas felicidade demais é atrapalhada pelo link mental. Onofre me contactou e informou que pegaram cerca de 20 jove
Todos se encontraram em frente à casa de Onofre, os demais já estavam na Mansão incluindo as crianças. O Conde Pedro também se ofereceu para ir, era um Alfa com imenso poder e o Alfa falso não teria como vencê-lo. ___Não preciso resolver isso sozinho e ele não tem chance mesmo. Fique e cuide da proteção da mansão. Dividiremos a responsabilidade, é melhor. ___Trouxe as plantas. Fizeram pesquisa deste local. O Conde perguntou. ___Sim, Robert falou, a caverna dos ventos uivantes fica aqui. Robert apontou. ___Quantos homens são necessários para ir ao local e libertar os habitantes ameaçados? O Conde perguntou. ___Os funcionários todos têm treinamento de combate, são suficientes. Robert falou. ___Essa não é a obrigação de vocês. Mas quero voluntários para seguir com Robert e libertar os habitantes locais. O Conde pediu. Todos se voluntariaram. ___ Agradeço a todos. O Conde felicitou pela solidariedade. ___Devo informá-los de que muitos dos habitantes que Robert está indo libertar sã
O Conde voltou para a Mansão e foi verificar se todos estavam bem. Cumprimentou as esposas de seus funcionários da Construtora e de seus soldados, uma por uma. E elas o apresentavam às crianças que ainda não conheciam, davam e recebiam atenção. Muitas mulheres o cumprimentavam pelo noivado, uma vez que na festa não tiveram essa oportunidade por algum contratempo com seus filhos, e sempre elogiando a beleza de Mary, o Conde agradecia educadamente. As mulheres de seus funcionários estavam se preparando para voltarem a suas casas. Uma vez que todo desagradável ocorrido havia sido resolvido. O Conde Pedro veio cumprimentá-lo por sua sensatez em ter resolvido tudo sem derramar uma gota sequer de sangue, a não ser de Greg, a quem ele quebrou, sem dó, alguns de seus ossos. Mas o Conde Asta não terminou, ele iria aplicar um corretivo nesses arruaceiros, aprenderiam a respeitá-lo, por bem ou por mal. O Conde ainda tinha uma preocupação: Robert não retornou, estava vindo pelos túneis. E muitos d
Mary caiu na gargalhada e o Conde a acompanhou. Sua gargalhada era muito gostosa. E ela estava muito mais linda que antes. Todos os dias, ela parecia ficar mais linda que no dia anterior. Ele a puxou e a beijou, e Mary fugiu dele, indo para o banheiro correndo. Ele acompanhou com os olhos aquela bundinha redonda gostosa se afastando dele correndo e Mary ria. Resolveu não ir atrás, mesmo querendo muito, porque caso contrário, todos descobririam que eles estavam em plena lua de mel. Mary e ele tinham que comparecer ao solário o mais rápido possível. Mary se arrumou, com o Conde a olhando com desejo, mas quieto em sua poltrona. Ele parecia apreciar ver ela se arrumar. Ao terminar, Mary estava linda e era assim que ela se sentia, desejada pelo seu amado e iria recompensá-lo logo mais. Mas ambos tinham responsabilidade e teriam que ir ver os demais, que com certeza vão querer saber por que Mary não estava com os demais quando o ataque ocorreu. Um simples comparecimento de Mary evitaria t
Após o almoço, o Conde Pedro e Mary foram com o Conde Asta aos túneis abaixo da mansão. Porque Mary queria falar com os ex-alunos de sua mãe, Laury Tiley. Sua mãe, Laury, compadecida porque muitas crianças do povoado não tinham mãe, ensinava de graça às crianças na Casa Paroquial e todos eles estudavam junto com Mary, tanto que ela os conhecia bem. Uma vez que a escola estava em péssimo estado de conservação. Mary deparou-se com Robert, que tinha acabado de chegar com 10 jovens muito doentes, e comunicou que era bom todos voltarem porque poderia ser contagioso. Os jovens, conforme andavam, ficavam doentes e tinham que parar a todo momento, e por isso demoraram tanto a voltar, mesmo com os reforços dos soldados que foram ajudar. Até descobrir qual doença, era melhor todos ficarem longe, até mesmo deles que tinham tido contato com os jovens. ___ Quais são os sintomas, Robert? Mary perguntou. ___ Febre muito alta, estão tossindo muito e mal conseguem andar. Robert respondeu. ___ São
Mary, Camille, Catarina e Soffy resolveram ir com os soldados ao vilarejo. Mary seria a Luna do Condado Chancellor ou, como diziam, da alcateia Meia Lua Prateada. Se contassem a ela essa história há alguns meses atrás, jamais acreditaria que era mutante de lobisomem. Que casaria com um Conde lobisomem da raça pura Lycan tão bonito e gostoso, sendo hoje seu noivo Asta. Que seria a Luna de uma alcateia. E que essa alcateia seria os habitantes que cresceram junto a eles e amavam tanto. Que conheceria seus avós e eles seriam tão importantes no mundo dos lobisomens. Pertencente a uma família de lobisomens de raça pura mais antiga da Inglaterra. Que seu avô era um Conde tão importante ou mais que seu noivo, Conde Asta. E que seria herdeira do Condado Versolly. "O mundo gira rápido e a vida acompanha na mesma velocidade", seu pai sempre dizia em seus sermões aos habitantes do vilarejo que frequentavam os cultos. Mary desceu aos túneis para informar ao Conde Asta que iria ao vilarejo co