XVII

Acordei assim que o sol nasceu. Foi difícil me soltar do Abraço quente do James, quando consegui me vesti, morrendo de medo olhando milimetricamente cada peça de roupa e corri para fora a fim de trazer mais das frutas e folhas para o chá e banho dele, logo depois do meu.

James me pediu para considerar a proposta, seria mais um acordo, assim que tudo passasse eu seria livre, sem investigações ou deportações, voltaria para meu país e buscaria meu filho.

Enquanto eu colhia reparei duas coisas, a primeira era que a cada passo que eu dava estava me sentindo vigiada, a segunda e a melhor, o rio abaixou tanto que se resumiu a uma veia de água, logo estaríamos longe daqui. Limpei as mãos na calça jeans que encontrei no guarda roupas e corri até a cabana.

- Gente, o que acontece com esse homem? - Parei à uns metros da cabana.

James arrumou um disco antigo de Jazz francês, tirou de algum lugar um aparelho preto e todo empoeirado e colocou o disco lá dentro. Acho que era uma espécie de vitrol
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