O Grande PassoO casamento de Sofia e William foi um evento grandioso, digno de um conto de fadas moderno. Combinando o glamour da Fórmula 1 e a sofisticação das suas famílias, o casamento foi realizado em uma grande mansão nas colinas da Toscana, onde todos os seus amigos e familiares se reuniram para testemunhar a união deles.A cerimônia foi marcada pela emoção, e Sofia estava deslumbrante em seu vestido de noiva, com um véu delicado que caía até o chão. William, sempre elegante, a olhava com uma intensidade que só ele conseguia transmitir. Quando ele a viu entrando na igreja, seu coração parecia acelerar. Ele sabia que aquele momento era único, e ele estava prestes a se tornar um homem completamente dedicado a ela.Durante a troca de votos, os olhos de Sofia brilharam de felicidade. Ela sabia que, apesar dos obstáculos, da rivalidade no trabalho e das incertezas, ela havia encontrado alguém com quem queria compartilhar tudo.— Eu prometo ser sua em todos os momentos da minha vida.
O Baile de Máscaras da McLarenO salão estava iluminado por centenas de lustres de cristal, refletindo luzes douradas sobre as máscaras sofisticadas dos convidados. O evento da McLaren era um dos mais aguardados da temporada, um momento onde os rivais das pistas se encontravam para celebrar, discutir negócios e, às vezes, selar acordos inesperados.Sofia Hampton entrou no salão com passos seguros, os saltos ecoando discretamente pelo mármore polido. Seu vestido preto longo tinha um corte perfeito, valorizando suas curvas com elegância. A máscara prateada escondia parte de seu rosto, mas seus olhos, realçados por uma maquiagem impecável, transmitiam confiança e mistério.Ela caminhava pelo salão com uma taça de champanhe em mãos, observando os convidados. Reconhecia algumas vozes, alguns gestos familiares, mas, por trás das máscaras, todos pareciam desconhecidos. Era isso que tornava o baile tão intrigante.No bar, um homem alto e de porte imponente pediu um uísque. O smoking preto rea
Assim que a porta do quarto da suíte se fechou atrás deles, William puxou Sofia para um beijo avassalador. Não havia mais pretensão, nem jogo de provocações – só desejo bruto, ardente, incontrolável.As línguas se encontraram em um embate tão intenso quanto qualquer disputa na Fórmula 1. As mãos dele percorreram seu corpo com urgência, puxando o zíper do vestido dela para baixo até o tecido deslizar por suas curvas e cair no chão.Sofia gemeu ao sentir as mãos quentes dele explorando sua pele nua. William a pressionou contra a parede, seus corpos colados, a dureza dele já evidente contra sua coxa.– Eu não consigo tirar você da minha cabeça – ele murmurou contra o pescoço dela, mordiscando e sugando sua pele sensível.Ela sorriu, puxando a camisa dele e arrancando-a com um movimento ágil.– Então pare de tentar.William riu baixo antes de pegá-la no colo e carregá-la até a cama. Sofia se sentiu completamente à mercê do desejo dele quando ele a deitou sobre os lençóis macios e deslizou
O sol da manhã filtrava-se pelas cortinas do quarto de hotel, lançando uma luz suave sobre os corpos entrelaçados na cama. Sofia piscou algumas vezes antes de abrir os olhos completamente, sentindo o calor de William ainda junto ao seu corpo.Ela nunca havia dormido tão bem.O cheiro dele estava impregnado nos lençóis, misturado ao aroma da noite insana que tiveram. O braço forte de William estava sobre sua cintura, e o peito dele subia e descia suavemente contra suas costas.Por um momento, Sofia se permitiu apenas sentir. O calor do corpo dele, a respiração tranquila, a forma como seus dedos estavam entrelaçados inconscientemente.Mas então a realidade bateu.Ela dormiu com William Carter. Seu rival.Sofia virou-se devagar, tentando sair dos braços dele sem acordá-lo, mas assim que moveu o corpo, William soltou um gemido preguiçoso e abriu os olhos.– Bom dia, princesa. – A voz dele estava rouca e carregada de sono.Sofia revirou os olhos, mas o sorriso dele a fez sentir um calor pe
William decidiu se divertir um pouco. Ele sabia que Sofia era teimosa, orgulhosa e tentava resistir ao que havia entre eles, mas ele não era do tipo que desistia fácil.Começou com pequenos gestos. Pela manhã, Sofia chegava ao escritório da Hamptons Motors e encontrava um buquê de flores sobre sua mesa. Sempre rosas vermelhas, sempre acompanhadas de um bilhete escrito à mão."Não consigo esquecer como você gemeu meu nome. Como seu corpo tremeu sob minhas mãos. Como seu gosto ficou marcado em mim."Sofia suspirava, tentando ignorar o calor subindo por sua pele. Pegava as flores e colocava discretamente em um canto, mas a cada dia seguinte, outro buquê aparecia.As mensagens não paravam por aí. No meio do dia, no intervalo entre reuniões e estratégias para a próxima corrida, seu celular vibrava.William: Se eu fechar os olhos agora, consigo sentir seu cheiro na minha pele.William: Me diz que você também está pensando naquela noite… ou melhor, no jeito que você reage a mim.Ela tentava
O sol brilhava forte sobre o autódromo, enquanto as últimas voltas da corrida estavam prestes a acontecer. A tensão no ar era palpável. As equipes estavam no limite, tentando obter a melhor estratégia para garantir a vitória. As máquinas rugiam em aceleração, os pneus queimando o asfalto, e os engenheiros na garagem estavam todos atentos, esperando que seus pilotos completassem as últimas voltas com maestria.As previsões diziam que a corrida seria uma disputa acirrada entre a Red Bull e a Hamptons Motors, mas, ao contrário do esperado, a vitória não foi para nenhuma das duas. De forma surpreendente, uma equipe que vinha se destacando pela sua estratégia inovadora conseguiu superar os favoritos e cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. A vitória foi inesperada, mas o clima de celebração no paddock era indescritível.No pit da Hamptons Motors, Sofia observava, atônita, a equipe campeã comemorar. A derrota não a afetava tanto quanto o que havia acontecido anteriormente no motorhome
William e Sofia saem da festa, a tensão entre eles ainda palpável, mas agora mais intensa. Eles caminham até o estacionamento, os passos rápidos, os olhares furtivos, como se o desejo entre eles fosse mais forte do que qualquer palavra. O silêncio é quebrado apenas pelos sons dos passos e do vento suave que balança as árvores ao redor.– Então... – William diz, quebrando o silêncio, sua voz rouca. – sua casa ou a minha?Sofia, com um sorriso travesso, responde sem hesitar:– A minha.Eles entram no carro, o motor ronca e o som da estrada é o único som que preenche o espaço entre eles. O clima dentro do carro está elétrico, ambos sabem o que está por vir, mas ainda se mantêm em uma tensão silenciosa. Sofia sente seu coração batendo mais forte, e William, com o olhar fixo na estrada, parece estar igualmente absorvido, mas com um brilho nos olhos.Ao chegarem ao prédio de Sofia, ela aperta os botões do elevador sem dizer uma palavra. O elevador sobe lentamente, mas a ansiedade entre eles
Eles foram para a cozinha e prepararam tudo juntos. Sofia misturava a massa das panquecas enquanto William preparava o café, de tempos em tempos roubando beijos dela. Entre risadas, farinhas espalhadas pelo balcão e provocações, eles finalmente sentaram-se para comer.Depois, seguiram para o banheiro. William encheu a banheira com água morna e espuma enquanto Sofia observava.– Acho que podemos aproveitar o dia todo juntos, então. Sofia entrou primeiro na banheira, suspirando ao sentir a água quente envolver sua pele. O aroma suave do sabonete misturava-se com o vapor que subia pelo banheiro. Ela se acomodou, deixando a espuma cobrir parte de seu corpo, e encostou a cabeça na borda, sentindo os músculos relaxarem.William a observava com um sorriso de canto, já se livrando da toalha. Ele entrou na água logo atrás dela, puxando Sofia para seu colo. As costas dela encontraram o peito dele, e ele deslizou os braços ao redor de sua cintura, trazendo-a mais para perto.– Acho que esse banh