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Capítulo 2 – Uma Noite Insana

Assim que a porta do quarto da suíte se fechou atrás deles, William puxou Sofia para um beijo avassalador. Não havia mais pretensão, nem jogo de provocações – só desejo bruto, ardente, incontrolável.

As línguas se encontraram em um embate tão intenso quanto qualquer disputa na Fórmula 1. As mãos dele percorreram seu corpo com urgência, puxando o zíper do vestido dela para baixo até o tecido deslizar por suas curvas e cair no chão.

Sofia gemeu ao sentir as mãos quentes dele explorando sua pele nua. William a pressionou contra a parede, seus corpos colados, a dureza dele já evidente contra sua coxa.

– Eu não consigo tirar você da minha cabeça – ele murmurou contra o pescoço dela, mordiscando e sugando sua pele sensível.

Ela sorriu, puxando a camisa dele e arrancando-a com um movimento ágil.

– Então pare de tentar.

William riu baixo antes de pegá-la no colo e carregá-la até a cama. Sofia se sentiu completamente à mercê do desejo dele quando ele a deitou sobre os lençóis macios e deslizou para cima dela, beijando cada centímetro de sua pele com devoção e fome.

Os lábios dele traçaram um caminho perigoso, descendo do pescoço até os seios, onde ele se demorou, sugando e mordiscando com uma mistura de força e carinho. Sofia arqueou o corpo contra ele, as unhas cravando em seus ombros.

– William... – ela gemeu, sentindo a língua dele brincar com seus mamilos.

– Agora é a minha vez – Sofia sussurrou, empurrando-o contra o colchão e se posicionando sobre ele.

Ela deslizou as unhas pelo peito dele, deixando um rastro de arrepios antes de beijá-lo lentamente, descendo pelo seu abdômen definido.

Quando seus lábios chegaram onde ele mais queria, William soltou um gemido rouco, sua respiração pesada ao sentir a boca quente de Sofia envolvendo-o.

– Porra, Sofia... – ele murmurou, segurando seus cabelos enquanto ela o levava cada vez mais fundo, alternando entre sucção e toques provocantes com a língua.

Ele quase perdeu o controle quando ela olhou para cima, seus olhos cheios de desejo e luxúria.

Antes que perdesse completamente a razão, William a puxou para cima e a virou na cama, trocando de posição.

– Agora eu preciso estar dentro de você – ele disse, a voz rouca.

Sofia abriu as pernas para recebê-lo, ofegante e ansiosa. Quando ele finalmente a penetrou, ambos soltaram um gemido baixo, sentindo o encaixe perfeito entre seus corpos.

William começou a se mover, lento e profundo no início, mas logo a intensidade cresceu, o ritmo aumentando conforme o desejo se tornava insaciável.

Cada investida era forte, intensa, como se ambos estivessem tentando reivindicar um ao outro de uma maneira que ia além do físico.

Os gemidos de Sofia enchiam o quarto, sua pele quente e úmida contra a de William. Ele a segurava com força, suas mãos deslizando por suas curvas enquanto seus corpos se moviam em perfeita sincronia.

O prazer crescia a cada segundo, até que Sofia agarrou os ombros dele e gritou seu nome ao atingir o clímax novamente, seu corpo se contraindo em um espasmo de puro êxtase.

William seguiu logo depois, enterrando-se profundamente dentro dela e gemendo seu nome enquanto chegava ao ápice.

Ambos desabaram sobre a cama, suas respirações pesadas, os corpos exaustos e satisfeitos.

Por um tempo, nenhum dos dois disse nada. Apenas ficaram ali, deitados, ainda entrelaçados, absorvendo a intensidade do que havia acontecido.

Até que Sofia quebrou o silêncio.

– Eu... definitivamente não esperava por isso.

William riu baixo, passando a mão pelos cabelos dela.

– Nem eu. Mas não vou mentir, foi melhor do que qualquer corrida que já venci.

Ela revirou os olhos, mas sorriu.

– Isso não muda nada, Carter. Amanhã, ainda seremos rivais.

William segurou o queixo dela e a beijou lentamente, saboreando cada segundo.

– Eu sei. Mas esta noite ainda não acabou.

Antes que ela pudesse responder, ele segurou sua cintura e a pressionou contra si, fazendo com que sentisse o quanto ele ainda a desejava.

Sofia ofegou, sua vontade de se afastar evaporando no mesmo instante. Ela o queria. Mais uma vez.

     -Só mais uma vez, William. – Ela sussurrou, quase como um aviso.

     -Só mais uma. – Ele concordou

Ele virou na cama, trocando de posição em um movimento ágil, segurando seus pulsos contra o colchão. Sofia arfou, sentindo-se deliciosa

      -Ainda somos rivais, Sofia. – Ele murmurou contra a pele dela. – Mas agora... agora você é só minha.

Sofia arqueou uma sobrancelha.

        -Definitivamente não, isso não vai se repetir .

William então retrucou

       -Então por que ainda está sentado em mim, hm?

Antes que ela pudesse responder, ele segurou sua cintura e a pressionou contra si, fazendo com que sentisse o quanto ele ainda a desejava.

Sofia sentiu seu corpo responder instantaneamente ao toque dele.

E naquele momento, percebeu que talvez, só talvez, essa rivalidade nunca tivesse sido apenas sobre ódio.

 

 

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