326 – Um sonho confuso

Vivienne abre os olhos com dificuldade, piscando lentamente, enquanto sons indistintos alcançam seus ouvidos. Ruídos abafados, sirenes ao longe, vozes que sussurram em um tom urgente. Tudo se mistura em um turbilhão caótico que parece distante demais, como se ela estivesse presa em um sonho confuso.

Seus olhos se movem com esforço, e então ela vê. O motorista está desacordado, o corpo inerte entre os airbags inflados. Seu peito sobe e desce irregularmente, mas ele não se mexe. Um arrepio percorre sua pele e o medo se instala em seu peito.

Batidas firmes na porta ao seu lado a fazem girar a cabeça, cada movimento carregado de dor e peso. Sua visão, ainda embaçada, captura uma figura vestindo vermelho, talvez um bombeiro, talvez um paramédico.

Com dificuldade, sua mão trêmula desliza até a trava da porta. Seus dedos encontram resistência, mas ela força, sentindo o pequeno clique da liberação. Mas antes que possa sequer tentar sair, uma tontura esmagadora a domina. A luz ao seu redor se
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