Marcelo.Apertei sua mão em resposta, ela se concentrou em nossos dedos entrelaçados.— É bom estar com minha família, não vou negar, mas estar em um lugar sem você já não faz mais sentido para mim. — Nossos olhos se encontraram, e, erguendo a mão, toquei seu rosto. — Não me sinto completo. Preciso de você como do ar para respirar.Meus dedos suavemente acariciaram sua pele macia enquanto ela fechava os olhos por um breve momento, aproveitando o toque. Deixei meus dedos deslizarem lentamente, traçando o contorno de seus lábios delicados. Nossa respiração estava suspensa, como se o tempo tivesse parado, permitindo-nos sentir a intensidade do momento.Ela abriu os olhos novamente, encontrando os meus, cheios de emoção. Um sorriso tímido e doce se formou em seus lábios, e eu senti meu coração se acelerar ainda mais.— Eu te quero tanto, Thalia — sussurrei, meu tom carregado de sinceridade.Queria que ela visse que eu a queria. A queria de todas as formas.Queria tudo dela e com ela.Thal
Marcelo.Fixei os olhos em sua figura. Seus olhos estavam cheios de luxúria e desejo, refletindo a intensidade do que sentíamos um pelo outro. Os cabelos revoltos sobre o travesseiro, os lábios inchados e vermelhos devido aos nossos beijos famintos, e a pele macia marcada por minhas mãos e boca. Ela era uma visão tentadora, minha perdição e redenção ao mesmo tempo.— Sim, eu farei, mas antes vou me esfregar em você e gozar, ou não durarei dois minutos depois que a invadir.— Ahhh... — Thalia jogou a cabeça para trás e arqueou as costas quando me livrei da cueca e comecei a foder seu clitóris. Ele estava inchado, rosado e duro sob meus toques ávidos. Seus fluidos eram abundantes, escorrendo em minha mão e revestindo meu pau. O orgulho e a satisfação por ser eu o homem que a levava a esse estado me consumiram.Esfreguei-me nela com sofreguidão, pressionando meu membro contra sua carne quente e escorregadia. O atrito delicioso me levou à beira do precipício, e quando finalmente atingi o
Marcelo.Acordei com os primeiros raios de sol atravessando as cortinas e iluminando suavemente o quarto. Virei-me para olhar para Thalia ao meu lado, que ainda dormia, tão serena e bela que foi impossível não sorrir ou suspirar logo em seguida.Sem me conter, toquei seu rosto de pele suave e depositei um beijo suave em seus lábios grossos. Buscando deixá-la dormir mais um pouco, afastei-me cuidadosamente e levantei, seguindo para o banheiro.No cômodo mais frio e úmido da casa, escovei os dentes, lavei o rosto e saí, dando uma última olhada em Thalia antes de me dirigir à cozinha. Durante o pequeno percurso, estiquei os braços, buscando despertar meu corpo e me alongar. Parei a poucos metros do cômodo onde prepararia nossa comida e me alonguei até as mãos tocarem o chão.Ao voltar para a postura ereta, bocejei, ainda seguia com sono, confesso, mas segui para a cozinha. Ao chegar ao meu destino, comecei a preparar o café da manhã, enchendo a cafeteira com água fresca e colocando café
Thalia.Marcelo dirigiu de forma rápida até chegarmos ao prédio onde ficava meu apartamento. Estava tão ansioso quanto eu para fazer tudo o que desejava. Ao estacionar na garagem do prédio, desceu do carro e abriu a porta para mim. Depois, estendeu-me sua mão e me ajudou a descer de seu carro, fechando a porta com um baque em seguida. Senti uma dorzinha no peito pela porta do carro, mas percebi que ele estava com pressa.O homem que me dominava por completo agarrou minha mão e nos guiou para dentro do prédio, seus passos eram apressados e eu tentava acompanhá-lo da forma que dava, mas era quase impossível, tanto que puxei sua mão e reclamei para que fosse mais devagar. Depois de se desculpar, deu uma breve palavra com o porteiro e entramos no elevador.Assim que as portas metálicas se fecharam, ele me prensou na parede, se encurvando com uma mão na minha cintura e a outra no meu rosto, e me beijou desesperadamente. Abri a boca para recebê-lo e o deixei conduzir o beijo e tomar tudo de
Thalia.Marcelo se afastou e começou a se despir, me dando a visão maravilhosa de seu corpo muscular. Ele era lindo, simplesmente lindo. Sentei-me na cama e retirei minhas roupas também, despindo-me para ele e expondo minha nudez para que ele a tomasse como bem quisesse. Oferecendo-me para que me fizesse sua de todas as formas e quantas vezes aguentássemos.Tornei a deitar com as pernas abertas e minha vagina pulsou com a visão de seu pênis grosso, longo e de cabeça robusta.Eu estava com saudade de tê-lo dentro de mim e ansiando para ser fodida por ele. Parecia que as horas que ele me tomou ontem à noite não foram suficientes para matar meu desejo por ele. Nunca seria, na verdade, e agora que eu havia sido fodida por Marcelo, não queria deixar de ser nunca mais.Pensei que Marcelo iria me penetrar assim que se colocou sobre mim, mas ele tinha outros planos e chupou meus seios. Chupou, beijou e lambeu entre eles antes de descer por meu corpo com beijos lentos e torturantes até chegar
Capítulo 1 Thalia.Batuquei os dedos, nervosamente, sobre a mesa, mordendo o lábio inferior numa tentativa frustrada de conter a ansiedade que me assolava. Finalmente, a porta se fechou atrás de nós, proporcionando um refúgio do barulho insistente vindo da sala de espera, que estava começando a me irritar.Respirei fundo, enquanto meus olhos se fixavam nos meus dedos. Havia feito as unhas, ou melhor, as havia pintado com um discreto tom de rosa-claro, sempre preferi tons mais sutis e discretos, e ao examinar mais detalhadamente, notei uma pequena cutícula levantada no canto da unha do meu dedo mindinho.Sem pensar, levei a mão à boca e tentei remover a cutícula com os dentes, fazendo uma careta ao puxar e sentindo um pouco de dor pela ação que acabou ferindo o cantinho da minha unha. Sabia que não deveria fazer aquilo, mas o tédio e a ansiedade obtinham o poder de me fazer agir impulsivamente. Em outras palavras, eu fazia merda quando estava entediada. Manter o controle era um desaf
Capítulo 2Thalia.— Eu não vou fazer exame algum porque eu não estou grávida! Exijo que refaça os exames, esses devem ter sido trocados, porque não tem como eu estar esperando um bebê se eu nunca fiz sexo! — Ok, eu já havia tido momentos íntimos com um homem, mas nada que corresse o risco de uma gravidez. Foram apenas algumas sarradas, mão boba, mas nada de penetração, nada que me fizesse acreditar que um bebê estava crescendo dentro de mim.Doutor Rodrigo soltou um suspiro, se sentou e levou os dedos à têmpora. Sua expressão era um misto de raiva, frustração e tédio. Ele cerrou os olhos em minha direção e começou a falar com mais calma para ver se eu conseguia compreender o que ele estava falando.Senti-me uma criança birrenta enquanto o pai tentava explicar pela décima vez que não podia colocar o dedo na tomada ou levaria um choque. Bom, eu estava realmente chocada. — Não estou afirmando que acredito em você, já que nunca havia me deparado com um caso assim, mas é possível ter eng
Capítulo 3Marcelo.Passado.Parei meu carro no estacionamento da casa noturna e desci. Do lado de fora, sorri ao ver meu irmão e estendi a mão para bater na sua em um cumprimento descontraído.— E aí, mano, veio encher a cara também? — questionou sorrindo.— Na verdade, eu vim impedir que você faça alguma besteira. Ele fez uma careta.— Sabe que não sou disso. Posso estar no fundo do poço, mas jamais me colocaria em risco ou faria isso com pessoas inocentes. — Sua fala saiu ríspida, ele havia se chateado com meu comentário e não podia julgá-lo. Soltei um suspiro.— Eu sei, mano. Me desculpa, mas não custa me certificar, não é? — Ele assentiu, mas sem esconder sua chateação. Mateus era médico, neurologista, para ser mais específico, então salvar vidas era sua função, sua missão na terra, mesmo que nem sempre conseguisse isso.— Vamos entrar, moças fofoqueiras, ou vão ficar aí a noite toda fofocando? — Gabriel, nosso amigo e dono da casa noturna, se aproximou e nos chamou, fazendo um