Quarenta e Dois

— Eu sei de toda a verdade. Meu pai...

— Seu pai mentiu, Emma.

— Você não ouse desonrar a memória do meu pai! — aponto para ela, cheia de fúria. — Quem você pensa que é, para falar assim dele?

— Ei, gente! — Ryan se aproxima, preocupado. — Não é para ser assim. Não briguem.

— Ryan, nos deixe a sós.

— Mamãe, eu não vou...

— Vai. — ela diz, olhando nos olhos dele. — Eu quero falar com a Emma sozinha. — Ryan não parece querer sair. — Filho, eu estou bem. Juro. Preciso ter essa conversa com a sua irmã.

Com muita resistência, Ryan concorda e vai para a cozinha. Permaneço em pé e com os braços cruzados, enquanto Ingrid se senta novamente na poltrona.

— Não vai se sentar?

— Estou bem assim.

Ela ri.

— Você e Ryan...

— Somos iguaizinhos. Eu já sei. Agora pula para a parte em que você vai encher a memória do meu pai de mentiras.

— Não é nenhuma mentira o que vou dizer.

Continuo com os braços cruzados, esperando que ela diga o que tanto quer dizer.

— Eu fui embora, porque descobri que seu pai ti
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