capítulo 4
Eu acordei no hospital, mas não fui trazida por uma ambulância.

Fui resgatada por Benício Bueno.

O maior rival de Orfeu.

Isso me surpreendeu.

Na outra vida, nesse exato momento, ele deveria estar a caminho da Austrália.

A família Bueno transferiu seus negócios para lá aos poucos e, eventualmente, se estabeleceu de vez no país.

Na verdade…

Benício só apareceu depois que eu morri.

Lembro do dia do meu enterro.

Ele estava lá.

Um antigo colega de faculdade, chorando sobre minha lápide, me xingando de cega.

E agora…

Por que ele estava aqui?

Será que minha segunda chance também mudou o curso da vida dele?

Não tive tempo de perguntar.

A dor e o cansaço me puxaram de volta para a escuridão.

...

Quando voltei a mim, o barulho no corredor era ensurdecedor.

Alguém estava gritando.

Pisquei, sentindo o corpo fraco e pesado.

Forcei-me a abrir os olhos.

E, ao olhar na direção do som…

Vi Orfeu.

Ele estava no corredor do hospital, furioso.

Eurico e Benício bloqueavam a entrada, como duas muralhas intra
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