Capítulo 11
Os olhos de Juan permanecem em Ax, dessa vez imparcial. Espero que ele fale qualquer coisa, que pergunte porque eu trabalharia com Ax, uma vez que ele não irá me demitir. Mas ele não faz isso.

Seus olhos apenas procuram Emma e buscam sua mão, apenas desejando ir embora daquele local. Bom, eu também desejava aquilo profundamente. E como se minha prece fosse atendida:

—Você vem?— ele resmunga de repente, mas sem olhar pra mim.

Ele não precisa se esforçar mais que isso pra me ver saindo em disparada atrás dele.

—Juan, eu...— eu começo a falar, a voz trêmula, mas sou interrompida.

—Aqui não.— Ele me corta friamente assim que chegamos ao seu carro e ele dá partida em alta velocidade.

Eu engulo em seco, sabendo que aquele momento era um daqueles em que eu arruinaria tudo se eu só falasse descontroladamente. No meu lado, Emma parece muito mais tranquila sentada em sua cadeirinha, mesmo que silenciosa. Mas também respeito esse seu espaço.

Assim que o carro para em frente a mansão, Juan
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