15. VÍNCULO QUEBRADO

LYRA

Eu sentia minhas dobras esticadas ao limite, nossos fluidos espirrando a cada metida... eu adorava, não conseguia parar, era como minha própria droga afrodisíaca.

Arrepios de prazer desciam pela minha coluna, às portas do êxtase, mas minha parte primitiva queria um último empurrão.

—Ah, ah, ah, goza dentro de mim, me dá, meu macho, me dá seu nó... mmmm... —me ajoelhei, com ele grudado às minhas costas, bombeando por baixo enquanto eu me esfregava contra sua pélvis.

A mão dele envolveu meu pescoço possessivamente e a outra se cravou no meu quadril.

A boca dele gemia no meu ouvido, me levando aos confins do prazer.

As bolas dele batiam ritmicamente contra a minha bunda, até que em duas ou três estocadas profundas quase foram enterradas na minha fenda.

Com um grunhido rouco, senti os jatos quentes se derramarem, me enchendo, me satisfazendo, catapultando minha própria libertação.

O suor caía como água, escorrendo pelas nossas peles brilhantes. A névoa nos cercava com o cheiro picant
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