Capítulo 21

**Benicio de Alcântara e Leão**

O frio da lâmina contra meu pescoço era um lembrete constante de que qualquer movimento errado poderia ser o último. Meu coração batia forte, mas mantive a expressão firme. A mulher diante de mim continuava a me encarar com aquele olhar enigmático, como se soubesse de algo que eu desconhecia.

Aquilo me incomodou. O que ela queria dizer com isso? E, mais surpreendente ainda, como ela sabia a minha língua?

“Por que você está dizendo isso?” perguntei, tentando entender sua intenção.

Ela, no entanto, não respondeu. Apenas me observou por um instante antes de desviar o olhar. Foi então que um homem surgiu entre os outros. Diferente dos guerreiros ao redor, ele usava adereços na cabeça que o destacavam. Seu olhar era severo, e sua presença fez todos ao redor se encolherem ligeiramente, como se sua autoridade fosse inquestionável.

“Quem ousou pisar na minha aldeia sem ser convidado?” sua voz ecoou com firmeza, e os homens que seguravam as lanças contra meu pes
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