capítulo 8
— Eu não sei. Aquela desgraçada sumiu faz tempo. — Meu pai respondeu, frio.

— Continuaremos procurando, mas esperamos que o senhor colabore com a investigação. — Disse o policial.

Mas, por mais que procurassem, nunca me encontrariam.

Porque eu ainda estava lá.

No porta-malas.

Meu corpo já estava em avançado estado de decomposição. Logo, restariam apenas ossos.

E ninguém procura por um cadáver que já virou esqueleto.

A polícia investigou por todos os lados, tentando me encontrar.

As câmeras de segurança mostravam “eu” circulando por alguns lugares, mas sempre de máscara e boné, impossibilitando qualquer identificação.

Eles buscaram por muito tempo.

Tempo suficiente para Adriana receber alta e voltar para casa.

E mesmo assim, nenhuma pista concreta.

— Parece que ela evaporou. — Comentou um dos investigadores.

— Hah! Uma pessoa viva não some no ar! — Meu pai bufou. — Aqueles amigos inúteis dela devem estar ajudando. Taiane é cruel, não ia simplesmente sumir sem mais nem menos.

Os policiai
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