capítulo 4
O calor havia deformado o corpo. O rosto já não tinha feições reconhecíveis.

Mas os olhos… Ainda estavam arregalados.

Em alguns pontos, a pele já se desfazia, expondo ossos brancos.

Nos outros, as larvas se contorciam em meio à carne podre.

Assim que o porta-malas foi aberto, as moscas se agitaram, zunindo pelo ar.

— Urghh…

Os empregados vomitaram na hora.

Meu pai deu um passo à frente.

O olhar fixo naquele amontoado de carne e ossos.

Então, berrou:

— Onde está Taiane?! Isso não pode ser ela! Isso é algum truque!

O rosto apodrecido lhe causava repulsa.

A testa, quase desfeita, já mostrava o osso por baixo.

Mesmo eu tive dificuldade em acreditar que aquele era meu corpo.

O mordomo perdeu a paciência. Sua voz ecoou na garagem:

— Essa é a senhorita Taiane. Ela está morta.

Meu pai o encarou como se fosse um louco.

— Velho imbecil! Isso não é Taiane! Ela está viva!

Sua voz tremeu.

— OITO dias trancada?! Ela teria morrido!

O mordomo riu com desprezo.

— Então por que o senhor não foi ver ante
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