capítulo 6
À noite, Mafalda estava deitada na cama quando puxou um celular debaixo do travesseiro.

Só então percebi que o celular era meu. Nem sei quando ela pegou.

Ela abriu a conversa no WhatsApp e digitou algo rapidamente antes de enviar.

No instante seguinte, uma explosão de raiva veio do quarto do meu pai.

— Eu sabia! Aquela desgraçada tava só fingindo! Como ousa me ameaçar? Eu não tenho filha nenhuma! É bom que tenha morrido de vez, e bem longe daqui!

Curiosa, me aproximei para ver o que Mafalda tinha escrito para deixá-lo tão furioso.

— Velho desgraçado, se você cancelar meu cartão, eu me mato!

Estalei a língua, desapontada.

— Só isso? Ah, fala sério, faltou impacto.

A essa altura, tudo o que eu sentia por aquele homem era ódio. Nada mais.

Se Mafalda queria xingá-lo por mim, que bom. Até agradeço.

Agora que eu estava morta, ele não podia mais me ameaçar.

Ela continuou rolando pelo WhatsApp. Muitas mensagens de amigos. Mafalda leu uma por uma, sem responder nenhuma.

Depois, pegou seu própri
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