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Longe Do Pôr Do Sol

- Obrigado-fecho a portezuela do táxi e me encaminho para dentro do clube.

Tive de mostrar a identificação ao vigilante. Ao entrar, já ouço a cacofonia, sim, aqueles sons desagradáveis, pouco harmoniosos, roncam em meus tímpanos com ferocidade. A música entra na minha torrente, mas não corcoveia a emoção. Sem aspavimentos, percorro o lugar cheio de luzes piscando junto à vibração, nadando entre a onda de pessoas que se atravessam em meu caminho. Álcool e cigarro se juntam em uma nuvem, eu estrago o nariz, detesto o cheiro. A cada momento brota dos meus lábios a palavra "permissão", poucas vezes dou cotoveladas, se não há outro modo. Esta gente tão absorta na libertinagem, distanciada da realidade, voa e se ensimisma demais no momento. É por isso que não quero me juntar à pilha.

- Onde está o Silvain? - pergunto Em um sopro, é difícil conseguir o narciso do meu chefe entre tantas pessoas.

Suponho, por alguma razão, que ele tão prestigioso, deve estar numa zona VI
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