Deite-se agora, bebê

Dominic Lexington

Uma gargalhada sincera deixou o fundo da minha garganta. Eu sabia que ela estava envergonhada, e começando a ficar com a pele vermelha, mas eu não conseguia me controlar.

— Você pensou que... – Interrompi, entre uma gargalhada e outra. – Por Deus, Baby. Isso não pode estar acontecendo.

Ela estava brava. – Não ria de mim, senhor grande cretino! – Exigiu.

Eu fui incapaz de cumprir essa demanda dela. – Não tem como você ser tão ingênua, “Baby”. – Minha pele havia se tornado um pouco vermelha também. E mesmo com a dor de cabeça me matando, não havia formas de conseguir parar de rir dela.

As bochechas e o colo estavam rosados, e eu não conseguia tirar os meus olhos disso. Porra, baby...

Dois minutos depois, limpei uma lágrima solitária no canto do meu olho e substituí o meu sorriso por um semblante gélido e sem sentimentos.

— Baby.

— Sim? – Ela perguntou, mostrando os dentes, como se estivesse com medo de algo.

— Deite na cama!

— Por que? – As mãos dela começaram a tremer
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