capítulo 8
Sala de interrogatório.

Minha mãe abraçava Elisabete protetoramente.

— Eu sou a responsável legal dela. Qualquer coisa, perguntem para mim. Bete é só uma menina, não precisa passar por esse tipo de situação.

Elisabete se encolhia em seus braços, o corpo tremendo levemente.

Parecia realmente frágil, assustada, indefesa.

O policial assistiu à cena e soltou um riso frio.

— Menina? Ela tem vinte e seis anos!

Minha mãe ignorou o tom de deboche e acariciou as costas de Elisabete, tentando acalmá-la.

— Eu entendo que estão apenas fazendo o trabalho de vocês, mas Bete não sabe de nada. Ela e Jesiane eram irmãs, mas cada uma levava sua vida.

O policial foi direto ao ponto:

— Ontem, realizamos uma operação em um apartamento alugado onde um grupo estava envolvido em jogos ilegais. Durante a busca, encontramos alguns pertences de Jesiane. Foi Elisabete quem foi buscar os itens, certo?

Minha mãe hesitou por um momento.

— Sim… O celular e os documentos dela foram entregues a vocês agora há pouco. Ma
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