capítulo 6
Assim que atendeu a ligação, minha mãe disparou, irritada:

— Sua desgraçada, será que pode parar de envenenar sua avó contra mim?!

Mas a voz do outro lado era masculina. Soava séria.

— Alô, a senhora é parente de Jesiane?

Minha mãe franziu a testa.

— Quem é você? E por que está com o celular dela? — O tom era frio.

— Encontramos os documentos e o telefone de Jesiane em um apartamento alugado. Precisamos que compareça à delegacia para confirmar algumas informações.

Ao ouvir isso, sua expressão relaxou um pouco.

— Sabia que aquela praga tinha se mudado. Só sabe arrumar confusão.

Sem demonstrar qualquer preocupação, desligou o telefone e continuou comendo.

Elisabete desviou o olhar, inquieta.

— Mamãe… não era a Jesiane?

— Ela perdeu o celular. A delegacia só quer que alguém vá buscar. Nada urgente. Terminamos de comer primeiro.

Elisabete esboçou uma expressão de ansiedade.

Falou mais rápido do que o normal:

— Mamãe, posso ir? Jesiane é minha irmã, afinal.

Minha mãe elogiou sua "maturidade
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