CAPÍTULO 17

Acordei deitada no peito de Alessandro, nossos corpos quentes cobertos por grossas cobertas, e isso nos últimos dias tem sido uma das melhores partes de estar aqui, de estar ao lado dele. Seu cheiro, sua pele e toque são tão quentes, confortantes... acolhedores. O meu sono tem sido leve, calmo. Sua carícia no meu cabelo até eu adormecer e suas mãos correndo das minhas costas até minha bunda pela manhã, alisando até causar arrepios tem me dado o primeiro e último riso do dia.

Me agarro as coisas boas, e sei que tentar ignorar as obrigações que me chamam é prejudicial, só que essa bolha onde eu só foco no que me alegra é viciante de tão segura, e eu não quero estoura-la e deixar a gravidade me levar direto para o chão.

Volto para a realidade. Sentada na mesa só apartamento de Esther para o café da manhã, ela chamou eu, Nádia e Ana.

— Eu jantei hambúrguer, então...um café da manhã caseiro e saudável está sendo minha salvação. - Nádia come o bolinho como se ele estivesse lhe causando um
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