Capítulo 444
"Karina, para quem são essas flores?"

— Já estão prontas! — O vendedor entregou o buquê para Karina com um sorriso.

— Obrigada...

— Onde posso pagar?

— Aqui, senhor.

Ademir foi até o caixa para efetuar o pagamento.

Depois de saírem da floricultura, Ademir estendeu a mão para pegar as flores de Karina:

— Deixe-me segurar para você.

— Não precisa. — Karina balançou a cabeça, hesitando antes de falar. — Você não tem mais nada para fazer? O Bruno pode me acompanhar.

— Por quê? — Ademir perguntou, com uma expressão desconfiada e um toque de ciúmes na voz. — O Bruno te acompanhar, ou eu te acompanhar, não são a mesma coisa, não é?

— Não é isso. — Karina se apressou em negar. — Eu só... Não quero que você ache chato.

Ele pegou o buquê:

— Vai visitar alguém falecido?

— Você adivinhou?

Ademir deu um sorriso cínico:

— Crisântemos e cravos, difícil de adivinhar, não? Mas... Quem você vai visitar? Hoje não é um dia especial.

— É um dos meus parentes. — Karina mal co
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