Capítulo 379
Lúcia acompanhava Abelardo em uma caminhada, explorando os arredores do hospital. Ela achava que, depois de tanto tempo deitado, o pai precisava respirar um pouco de ar fresco para se recuperar mais rapidamente.

Quando desceram, o sol ainda se punha, mas agora o crepúsculo já havia dado lugar a um céu cada vez mais sombrio.

Um vento gelado soprou, levantando o cobertorzinho que cobria os joelhos de Abelardo. Ele levou o punho aos lábios e tossiu levemente, o corpo tremendo com a tosse.

— Pai, vamos voltar pro quarto. — Lúcia se preocupou que ele estivesse pegando frio e apertou as mãos no apoio da cadeira de rodas.

Abelardo assentiu com a cabeça e tentou tranquilizá-la, emitindo sons incompreensíveis. Pelo movimento de seus lábios, Lúcia deduziu que ele estava dizendo: "Estou bem, não se preocupe."

De volta ao elevador, Lúcia se inclinou para perguntar:

— Pai, o que o senhor gostaria de comer?

Ele balançou a cabeça.

— Eu fico feliz em cozinhar para o senhor. Amanhã, quando eu voltar,
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