DECISÕES

Quando parei o carro em frente ao prédio, olhei pelo retrovisor. Isabella estava com os bracinhos cruzados, a expressão emburrada. Olivia fitava a janela, sem dizer nada. Suspirei.

— Vamos subir. — anunciei.

Isabella desceu sem reclamar, mas seu silêncio era um lembrete do quanto estava contrariada. Olivia, por outro lado, saiu do carro com um suspiro pesado, deixando claro seu desgosto antes mesmo de entrarmos no prédio.

Assim que abri a porta do apartamento, Isabella correu para dentro, explorando os cômodos com curiosidade infantil. Olivia, no entanto, ficou parada na entrada, os braços cruzados.

— Você realmente acha que pode nos enfiar aqui como se fôssemos um problema a ser resolvido? — Ela me encarou, a voz carregada de ironia.

Fiz questão de manter meu tom firme.

— Este apartamento é confortável, seguro e espaçoso. Isabella vai ter tudo o que precisa.

— E eu? — Olivia arqueou a sobrancelha. — O que eu preciso não importa?

Isabella voltou para perto de nós, segurando minha mão.
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