Capítulo.27

Ana Maria

Estávamos na praia, os quatro pombinhos estavam jogando vôlei, Arthur sentado na cadeira de rodas observando eles e eu morrendo de sede.

— Arthur, eu vou comprar alguma coisa para beber, estou com sede, não sai daí.

— Ficarei aqui, do mesmo jeito que me deixar. — Ele diz rindo.

— Panaca! — Digo. Saio de perto indo a procura de algum restaurante.

— Olha quem eu encontro aqui.

Não acredito! Sério isso Brasil? Certamente tem alguma coisa na minha cara que está escrito, essa pessoa é muito má, ela merece ser perseguida.

O troglodita de alguns dias atrás está bem na minha frente. O que ele faz aqui? E o que eu fiz para merecer isso?

— Me deixa em paz. — Digo continuando a andar.

— Acho que não. — Ele segura meu braço e me puxa pra um lugar afastado. REALMENTE EU DEVO TER ROUBADO A TORRE ENFELL.

— Me larga...

— Se não?

— Vou gritar. — Digo.

Ele pegou um paninho e colocou no meu nariz, eu apaguei.

.

.

.

Acordei em um chão sujo, jogada lá, olhei para todos os lados até que encont
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